Edézio Valle


A você leitor (a) que prestigia as notícias e matérias aqui no Jornal Regional Notícias e Jornal Regional Diário, ficando muito bem informado (a), meus sinceros agradecimentos.
A defesa da democracia é contínua e será feita com resistência e coragem pelos democratas, na era incerta e de muitas interrogações, que vai se iniciar com Jair Bolsonaro – Presidente do Brasil.
Tenho para mim que acreditam mesmo numa nova fase positiva e promissora para o Brasil, tão somente os que votaram em Jair Bolsonaro! Aliás, muitos destes (as), mesmo Ele não tendo assumido a Presidência ainda, já estão perplexos com as primeiras sinalizações e os primeiros ensaios do que irá fazer: privatizações em grande número nos diversos segmentos ( empresas e serviços públicos ) para pagar juros aos investidores do mercado financeiro nacional e internacional ( Estado Mínimo ), armar a população, reforma da Previdência que é sempre para pior aos segurados, escola sem partido para criminalizar Professores, na lei antiterrorismo querem tipificar ato terrorista de forma a criminalizar as manifestações políticas dos movimentos sociais, extinção de incentivos fiscais à imprensa considerada indigna e privilegiar os aliados, flexibilizar os direitos trabalhistas deixando sempre pior para o trabalhador com a extinção de direitos.

Observemos o que nos diz um estudioso da sociedade, conforme abaixo:
Henrique Costa é doutorando em Ciências Sociais na Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, mestre em Ciência Política e graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo - USP.

Num primeiro momento, o governo Bolsonaro não deve ter problemas de governabilidade. Pelo contrário. Já se anunciava antes mesmo do 2º turno a adesão do centrão e de outras legendas dispostas a colaborar, como o MDB e o DEM. Além disso, o PSL deve inchar com a filiação de parlamentares eleitos por partidos impedidos pela cláusula de barreira. É natural que o partido do governante eleito cresça pelo interesse do parlamentar em se manter próximo ao poder. Também favorece Bolsonaro o fato de que a grande maioria dos eleitos tem um perfil conservador e, diferentemente da atual legislatura, mais fisiológica, haverá grande alinhamento ideológico.

Evidentemente, essa adesão cobrará seu preço, como sempre. E no médio prazo, o aprofundamento da crise econômica, acompanhado da persistência do desemprego e do endividamento, podem rever esse apoio, como aconteceu com Michel Temer, que também tinha muito apoio parlamentar quando assumiu e que foi corroído pela impopularidade. Bolsonaro deve conseguir, nos primeiros meses, manter um significativo apoio social por conta da expectativa de mudança que ele ensejou, mas o sucesso de seu governo e a manutenção da governabilidade dependerão de como a economia e a violência responderão às suas ações.

Fonte de pesquisa da fala do estudioso acima: Eleições 2018: Um pleito que revelou muito da sociedade e do Estado. Primeiras análises.

Revista ihu on-line. Por: Patricia Facchin e Ricardo Machado | 29 Outubro 2018

Edézio Luiz Valle

. Graduado em Direito pela UENP;

. Graduado em Pedagogia pela UEPG – Universidade Estadual de Ponta Grossa.

. Especialista em Formação Política para Cristãos, pela PUC do Rio de Janeiro, através do Centro Nacional de Formação Política “ Dom Helder Câmara ” – Brasília;

. Presidente do Asilo São Vicente de Paulo de Joaquim Távora- Pr – período 06/2011 a 06/2013;

. Vice-Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Joaquim Távora – Pr – período 06/2011 a 06/2013;

. Sócio-Fundador das APAEs de: Quatiguá- Pr e Santana do Itararé – Pr;

. Foi secretário do Conselho Administrativo da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Quatiguá – Pr, por um período de quatro anos.

. Ex-secretário ( durante três meses em 2015 ) da Diretoria do Hospital de Caridade São Vicente de Paulo de Quatiguá.

. Colunista colaborador do Jornal Regional Notícias e Jornal Regional Diário.

. É Empreendedor Rural: Agrossilvicultor e criador de gado bovino de corte.

. Ex – bancário, tendo trabalhado dezessete anos no Banco do Estado do Paraná S/A, e mais cinco anos no sucessor, Banco Itaú S. A.

Fonte: - Postado em 20/11/2018



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