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Adotado há mais de 30 anos, homem muda sobrenome para doar rim à sobrinha do coração

Todos nós, em algum ou alguns momentos da vida, já ouvimos o dizer “nada acontece por acaso!” Você pode ser religioso ou não, mas a frase está sempre lá e algumas histórias podem mudar seu olhar sobre a crença nela. Um desses casos aconteceu em Tijucas do Sul, na região metropolitana de Curitiba. José Sidnei, de 36 anos, tinha como sobrenome “Moreira”, mas para ajudar a sobrinha do coração em um transplante, mudou para “Dos Santos”. Tudo isso 32 anos após ser adotado e acolhido pela família legítima dela.rnrnrnEm entrevista , José Sidnei (agora) dos Santos contou que tudo aconteceu de forma inesperada e começou com uma simples e despretensiosa doação de sangue, que apontou os 95% de compatibilidade. “Todos os meus parentes fizeram o exame, mas o único que apontou uma chance tão alta de sucesso fui eu, o filho adotivo da família. Foi uma longa busca, então ela está muito feliz”, disse.rnNão registrado pelos pais que o acolheram, a compatibilidade então provocou um novo desafio, a prova de que poderia participar e fornecer o rim para a sobrinha, que também já é adulta. “Assim que iniciamos o trâmite, percebemos que era necessário eu ter o mesmo sobrenome para realizar a doação. Imediatamente contei com o apoio de todos os meus irmãos e a doação deve acontecer entre o fim de dezembro e o começo de janeiro”, comemorou o doador.rnDe acordo com resolução do Ministério da Saúde, a doação entre seres humanos é permitida à pessoa juridicamente capaz para parentes consanguíneos até o quarto grau ou mediante a autorização judicial. “Quando nos deparamos com o adotivo, pode haver a mudança, mas nesse caso encontramos várias outras questões a serem discutidas. Mas então já é uma questão de Justiça que depende de interpretação e nesse caso aparentemente deu certo”, explicou a assistente social da Central de Transplantes do Paraná, Gláucia Repula.rnEmoçãornSegundo Sidnei dos Santos, foi uma emoção muito grande o resultado do exame e o único sentimento dele no momento foi de felicidade. “Fiquei meio bobo, sem saber como reagir. A ficha está caindo aos poucos e felizmente deu tudo certo”, concluiu.rnMais informações deste caso emocionante você pode conferir nesta quinta-feira (12) na edição impressa do Jornal O Repórter de Fazenda Rio Grande. 

Fonte: Por Felipe Ribeiro, Luiz Henrique de Oliveira e Hellen Ribaski – JORNAL O REPORTER

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