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Preso assaltante que fez cinco vítimas em menos oito horas

Felipe Gustavo da Cruz Vieira Barreto, de 29 anos, foi preso na tarde deste sábado (3), na Vila São José, em Santo Antônio da Platina, após tentar assaltar duas residências no bairro. Minutos antes, ele havia roubado uma mulher, e pela manhã, segundo a Polícia Militar, um supermercado e uma padaria na cidade.rn rnUma das vítimas contou que suspeito invadiu a sua casa armado com um pedaço de madeira, e anunciou o assalto. Porém, seu marido entrou em luta corporal com bandido, que acabou fugindo. rn rnPossivelmente sob efeito de drogas, o acusado abordou outra vítima e a pediu um copo de água sob ameaças de morte. A mulher conseguiu se trancar na casa e gritou por socorro. Vizinhos acionaram a polícia, e em seguida renderam e agrediram o suspeito, que permaneceu imobilizado até a chegada dos policiais.rn rnBarreto foi encaminhado ao Pronto-Socorro e depois levado à sede da 4ª Companhia, onde foi reconhecido pelas vítimas. Enquanto era apresentado à imprensa, o acusado teve um ataque epilético e bateu com a cabeça em painel de vidro que quebrou com impacto. O preso foi atendido por socorristas do Samu, e passa bem. rn rnFelipe Gustavo Barreto foi apresentado à autoridade policial de plantão na 38ª Delegacia Regional de Polícia. A PM, no entanto, descartou a participação do assaltante nos roubos ocorridos durante a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado, em dois postos de combustíveis e um restaurante na cidadern rnREVOLTArn rnA declaração de uma das vítimas durante o registro da ocorrência revoltou os policiais militares. No momento em que o acusado chegava à unidade policial, a mulher questionou a PM sobre as lesões que o suspeito apresentava, principalmente no rosto. “A senhora está com dó  dele mesmo depois de roubá-la?”, perguntou um dos policiais do Serviço Reservado (P2). “Só acho que ele deveria ficar preso, não precisava apanhar”, respondeu a vítima. “É isso que recebemos em troca de algumas pessoas com a mentalidade igual a da senhora. Não fomos nós que o agredimos, mas sim os próprios moradores revoltados com impunidade neste País. A senhora deveria apoiar o nosso serviço ao invés de defender vagabundo. Atitudes como a sua infelizmente nos desestimula”, lamenta o policial. 

Fonte: Luiz Guilherme Bannwart -tanosite

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