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Investir em energia solar traz bons resultados financeiros

Depois de amargar três meses com bandeira vermelha na conta de luz e custo extra de 3,50 reais a cada 100 quilowatts-hora (kWh), o brasileiro respirou aliviado com a tarifa verde no início do ano, decretada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).­ A tranquilidade vai durar até o próximo período de estiagem, quando, com a redução das chuvas e, consequentemente, do volume de água nas hidrelétricas, o governo acionará as termelétricas para gerar eletricidade. Como essa operação recorre a combustíveis mais caros, como petróleo e carvão, o custo aumenta e pesa no bolso do consumidor.rnSeria diferente se o Brasil tivesse um programa robusto de estímulo à geração de energia solar — aproveitando sua condição natural de país tropical e ensolarado. “Países que não possuem tanta expos. rnNo Brasil, o setor também vive um momento de expansão. rnPor aqui, os avanços são resultado tanto da inauguração de grandes usinas fotovoltaicas quanto da adesão de consumidores individuais ao novo sistema. As usinas, que formam a chamada geração centralizada, foram contratadas pelo governo federal em leilões de energia elétrica realizados em 2014 e 2015. A geração distribuída, por sua vez, é a que engloba os consumidores individuais, empresas, comércio e indústrias. Atualmente, há 20 000 sistemas fotovoltaicos em operação no país.rnApós a instalação do equipemento, uma conta de luz de 190 reais por exemplo, pode cair mais da metade. E os painéis podem durar em média 30 ou 35 anos.rnUma estimativa com base numa projeção da Empresa de Pesquisa de Energia (EPE), ligada ao governo federal, é que o país terá em 2024 mais de 1 milhão de sistemas fotovoltaicos em funcionamento. Em 2030, o objetivo é alcançar 25 GW de capacidade instalada por meio de investimentos de mais de 125 bilhões de reais. O Brasil conta com 81 milhões de potenciais clientesrnEficiente e corretarnApesar de serem uma fonte de energia menos poluente que as termelétricas, as hidrelétricas têm enorme impacto social e ambiental. O principal deles é a inundação de grandes áreas para sua instalação, com prejuízo para a fauna e a flora, e a consequente remoção das populações ribeirinhas. Quanto mais distantes dos centros abastecidos pela eletricidade gerada, maior o gasto com linhas de transmissão. rnPortanto, a chance de produzir sua eletricidade localmente e de reduzir o valor da conta é um argumento que atrai os consumidores tanto pela responsabilidade ambiental quanto pela economia. Além disso, desde abril de 2012, todo cliente cadastrado no Ministério da Fazenda com um CPF ou um CNPJ pode ter um sistema de energia elétrica próprio de fontes renováveis. Essa possibilidade foi regulamentada pela Resolução Normativa no 482, da Aneel.rnO chamado payback (prazo para retorno do investimento) costuma ser de até cinco anos e esse tempo varia de acordo com a região — se ela é mais ou menos nublada, o que interfere na produção de eletricidade — e conforme o preço da tarifa cobrada pela distribuidora de cada estado.rnSegundo o consultor Pietro Chiusoli, da Bonö Fotovoltaico de Londrina, o sistema solar fotovoltaico, além de eficiente e ecologicamente correto, valoriza o imóvel em até 10% mais, porque uma vez instalado, pode gerar uma economia de em média 90% o gasto com eletricidade”, declarou.rn Tendo em vista que o equipamento dura por volta de 30 anos, com manutenção fácil e barata (basta limpar os painéis a cada três anos), o retorno pode vir em menos tempo — dependendo do custo da tarifa local e dos impostos cobrados.rnA Bonö Fotovoltaico está situada em Londrina e atende todo o Norte, Norte Pioneiro paranaense principalmente, porém tem estrutura para atender em todas as regiões do Brasil.rnLigue e peça informações: (43) 99989-0667. Orçamento sem compromisso.

Fonte: Com informações de Revista Época

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