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“Festa no IML”: polícia investiga grupos que incentivam necrofilia nas redes sociais

Segundo a denúncia, os agentes funerários praticavam e incentivavam os crimes de necrofilia e vilipêndio de cadáverrnApós presenciarem e ouvirem frases absurdas em relação ao corpo de jovens já mortas, dois diretores de funerárias resolveram investigar e denunciar os casos. Segundo a denúncia, os agentes funerários praticavam e incentivavam os crimes de necrofilia e vilipêndio de cadáver.rnO casal reuniu um dossiê com o material que conseguiram coletar nas redes sociais em grupos de WhatsApp. Também deram depoimentos do dia a dia no necrotério e resolveram encaminhar ao Ministério Público e a Polícia Federal.rnUm dos alvos da investigação é um grupo chamado “Festa no IML”, com postagens fazendo apologia à necrofilia e onde eram compartilhadas fotos dos corpos.rnApesar da atitude em denunciar os casos, o casal, em conversa com o jornal Folha de S. Paulo, revelou ter medo de represálias. Eles disseram que pessoas que são capazes que sexualizar restos mortais humanos são capazes de qualquer coisa e pontuaram que a mulher é abusada até mesmo após a morte.rnOs casos vêm sendo investigados tanto pelo Ministério Público quanto pela Polícia Federal.rn 

Fonte: Portal T5

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