Os candidatos que concorrem ao Conselho Tutelar de Quatiguá responderam a uma prova escrita sobre conhecimentos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Conhecimentos Gerais, Língua Portuguesa e Redação(etapa da manhã), ainda prática de informática(etapa da tarde) neste domingo (30). A prova, que teve caráter eliminatório, é a segunda etapa do processo de escolha.rnParticiparam 10 dos 11 candidatos aptos a realizar a presente fase.rn Os candidatos tiveram 3 horas para a resolução das questões. A prova foi aplicada e fiscalizada pela empresa Aldeia da Ideia e a Comissão Especial Eleitoral (CEE) do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).rnrnrnRafael Carvalho(Aldeia da Ideia), Simone Chiusoli (CMDCA)e Carol Carvalho (Aldeia da Ideia)rnA secretária de Educação, Marilei Tikle, acompanhou a aplicação das provas junto aos membros da CEE – presidente Simone Perez de Campos Chiusoli, Lourenço Pitarello, Alex Bonardi.rnA divulgação do gabarito será realizada nesta segunda-feira, 31, no Diário Oficial do Município. A empresa contratada deverá proceder à correção das provas.rnrnrnProva de informáticarnA prova prática de Informática foi aplicadaapós as 13hs na sala do prédio do Conselho Tutelar e por ordem de chegada. O tempo de prova também foi de três horas.rnOs aprovados poderão participar da próxima fase que é a Escolha Unificada Para Conselheiro Tutelar (eleição) que acontecerá no dia 1 de outubro na Escola Bom Pastor e contará com 3 urnas eletrônicas cedidas pela Justiça Eleitoral de Joaquim Távora.rnNeste certame havia 18 candidatos, com total de 8 desistentes.rnA fase que ocorre neste domingo se refere ao Edital 02/2023 que irá eleger os 5 conselheiros e suplentes para atuar o mandato 2024-2027.rnrnrnQuatiguá teve três processos eleitorais em 2023rnO CMDCA procedeu três eleições em 2023 devido ao pedido de demissão de alguns membros, com uma suplementar concluída em 14 de maio para uma vaga com mandato até 10 de janeiro do ano que vem. A segunda que está em trâmite, para o mandato de 4 anos, e uma terceira, devido nova vacância no colegiado do Conselho Tutelar, sendo essa, a segunda suplementar para suprir a nova falta de um conselheiro. Esta segunda suplementar, diferente das outras duas terá somente três fases: Inscrição (finalizada), eleição em 20 de agosto e posse com mandato até 10 de janeiro de 2024rnrnrnO que faz o CMDCArnrnrnSegundo Simone Chiusoli, presidente do conselho de Quatiguá, além de realizar o processo de escolha, o CMDCA é um órgão colegiado, de caráter deliberativo, controlador da política da criança e do adolescente dentro do município.rn“O Conselho tem como função de deliberar, propor, refletir e debater qualquer questão sobre diretos das crianças e dos adolescentes. Muita gente nem sabia da existência desta organização, mas é essencial para qualquer município”, explica.rnO CMDCA de Quatiguá foi estabelecido na Lei 1258 de 29 de julho de 2005. Na opinião da presidente, assim que assumiu em 2022, juntamente com os membros, decidiram divulgar os trabalhos por meio das redes sociais entre outras ações para dar mais transparência e efetividade. “Devemos criar mecanismos, como conferências e audiências públicas na cidade, pois os serviços e organizações da ponta precisam colaborar para o conselho refletir sobre os problemas e realizar os encaminhamentos.rnrnrnRespeito às deliberaçõesrnrnrnAlém da importância da participação social, a presidente ressalta a importância do respeito aos conselheiros de direito e em especial às deliberações do CMDCA da cidade de Quatiguá.rn”É preciso também dar voz para a juventude e facilitar a participação de crianças e adolescentes – não apenas na época das conferências. Os poderes executivo e legislativo precisam entender que o CMDCA é um protagonista do debate da infância. E mesmo com apoio destes poderes, é preciso mais, como capacitação profissional a todos que lidam diretamente com a criança e adolescente, por exemplo”, sugere.rnO CMDCA tem também a função de deliberar sobre o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA),ou seja, verbas específicas para ações e aquisições em prol da criança e do adolescente, promover e divulgar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), acompanhar e monitorar políticas públicas de atendimento, pensar o orçamento público municipal e cobrar o poder executivo de programas e execuções.
Fonte: Redação JRDiario
























