Um dos pontos que mais tem causado preocupação (e dor de cabeça) nos brazenses é a falta de um centro cirúrgico no Hospital São Sebastião, o único do município. No entanto, este problema pode estar prestes a acabar. Na próxima quinta-feira (28) a direção do hospital irá protocolar o projeto da construção de um novo centro cirúrgico na 19ª Regional de Saúde, em Jacarezinho, e se tudo correr dentro do previsto, as obras devem ter início até o fim de outubro.rnOs recursos, no valor de R$ 400 mil, já estão disponíveis, aguardando apenas o fim do caminho burocrático para serem sacados e utilizados.rn“Vamos nesta quinta para Jacarezinho protocolar o projeto lá. Tivemos um pouco de dificuldade porque se trata de uma obra envolvendo um novo e moderno centro cirúrgico anexo a um prédio antigo, então tivemos que fazer várias adaptações”, justifica o diretor do hospital, Fabiano Stortti.rn“Não se trata só da construção, é uma reforma também. Temos que fazer um sistema de combate a incêndio integrado entre o novo centro cirúrgico e o hospital todo, assim como sistemas integrados hidráulico e elétrico. Mas o importante é que esta fase está superada e se tudo correr bem acredito que até o final de outubro a construção do novo centro cirúrgico tenha início”, completa o diretor.rn rnINTERDIÇÃOrnA interdição do centro cirúrgico do Hospital São Sebastião aconteceu em novembro do ano passado, após a Vigilância Sanitária ser chamada pela própria direção da instituição que tentava regularizar o local.rnNo entanto, como uma reforma era atendendo todas as exigências era praticamente inviável, a direção entendeu que seria melhor demolir o antigo centro cirúrgico para que um novo, respeitando todas as regras atuais, fosse construído.rnInicialmente a idéia era vender um terreno de propriedade do hospital, que fica anexo ao prédio, porém sem uso, para levantar fundos e poder iniciar a construção. Uma assembleia interna foi realizada e a venda do terreno foi aprovada, no entanto, um ofício da deputada Rose Litro (PSDB) foi atendido pelo governo do Estado e a verba para a construção foi então liberada.
Fonte: Lucas Aleixo – Folha Extra

























