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Justiça declara greve ilegal e determina retorno às aulas; sindicato diz que greve continua

O desembargador Luiz Mateus de Lima, do Tribunal de Justiça do Paraná, determinou na segunda-feira (27) que os professores estaduais e universitários em greve devem retornar imediatamente às salas de aula.rnO magistrado considerou a greve irregular e ampliou o valor da multa diária para caso de descumprimento da decisão. rnA multa para a APP-Sindicato passará de R$ 20 mil para R$ 40 mil. Já a multa diária para nove entidades sindicais, que representam o ensino superior, passará de R$ 3 mil para R$ 10 mil.rnA determinação do desembargador está publicada nas Ações Civis Originárias 1349670-7 e 1348213-8, do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba.rnSINDICATO – O sindicato dos professores informou na segunda que até o início da noite não havia sido notificado pela Justiça. Desta forma a entidade ressalta que a greve terá continuidade nesta terça-feira.rnOntem praticamente todas as escolas da rede ficaram sem aulas. Em algumas os professores explicaram aos alunos os motivos da paralisação.rnGOVERNO – O governo do estado vai descontar os dias parados do salário dos professores que aderiram ao movimento. Os Núcleos Regionais de Educação estão orientados a repassar à Secretaria de Estado da Educação a relação completa dos profissionais que aderiram à greve. rnSegundo o secretário estadual da Educação, Fernando Xavier Ferreira, a paralisação gera diversos transtornos aos estudantes. “Aalém de prejuízo no conteúdo pedagógico para cerca de um milhão de alunos, a logística do transporte escolar é comprometida. Isso porque os alunos da rede estadual e municipal muitas vezes são transportados nos mesmos ônibus, haja vista que normalmente o calendário de aulas coincide. Também fica prejudicada a entrega da merenda, com as escolas fechadas”.rnO secretário explicou que, por enquanto, não há como fazer um levantamento preciso das conseqüências da greve ou como ficará o calendário escolar, pois isso depende do tempo de duração do movimento. rnO secretário destacou, ainda, que todos os itens acordados em março com a categoria estão sendo cumpridos. O sindicato, no entanto, nega.

Fonte: Nota 10

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