Dentro da busca do desenvolvimento de uma proposta de extensão rural para comunidades indígenas, Instituições parceiras agem fundamentadas em diálogo permanente e construtivo, inspirada na necessidade de atingir eficiência e eficácia de suas ações. Neste contexto foram realizados, nos dias 29 e 30 de setembro na Aldeia Apucaraninha em Tamarana e 06 e 07 de outubro na Aldeia YWY Porá em Abatia, a primeira rodada de capacitação em sistemas agroflorestais para povos indígenas no Paraná.rnOs eventos só foram possíveis graças à parceria entre o grupo de técnicos do PBA (Projeto Básico Ambiental), componente do consórcio Cruzeiro do Sul e o Instituto Emater buscando um clima de cooperação e solidariedade para alcance dos resultados. É igualmente importante o fortalecimento da construção das políticas estaduais, no contexto da extensão rural, sobre a ATER para grupos indígenas. Desta forma tanto o PBA, quanto a extensão rural têm grande relevância para o desenvolvimento de uma proposta para melhorias nas condições de qualidade de vida aos indígenas. rnO ambiente cooperativo e dinâmico que foi propiciado serviu de instrumento facilitador para que tivéssemos o balizamento do método e resultado do curso. Cabe ressaltar a importância do contato prévio, para conhecimento da realidade e das ações implementadas pelo grupo do PBA.rnA partir dos eventos ficaram acertas as seguintes ações:rnrnrn Obtenção de lista de espécies de interesse dos indígenas: Seringueira, Pau Brasil, Ipês roxo e amarelo, Olho de Cabra, Cedro Rosa, Peroba rosa, Aroeira, Araçá, Araucária anã precoce, Sobrasil, Juçara, pupunha, Açaí, Canela sassafrás, Angico branco e vermelho, Barba timão Pau tenente, Guapuruvu, Jenipapo, Marfim, Óleo Pardo e vermelho, Maracujá incarnata, Abacaxi Pérola, Cipó Milôme, Timbó, Cipó Imbê, Banana Ouro ou maça, Guaraná, Piaçava, Canjarana, Capixingui, Ingá mirim e ferradura, Sobrasil, guapuruvú, Bracatinga campo mourão, Erva mate, Cabiúna, Catuaba, Híbrido Juçaí, Café, Manga, Jabuticaba e Saboneteira.Definição formas de implantação (quintal agroflorestal e enriquecimento de áreas comuns em APP – Área de Preservação Permanente e RL),rn Para não criar excessiva expectativa e redução de custos descartou-se a hipótese de produção de mudas na comunidade,rn A partir das parcerias da Emater, pretende-se disponibilizar pelo menos 70% das espécies selecionadas, aos indígenas, em outubro do próximo ano, quando levaremos as mudas até a comunidade e juntos realizaremos os plantios. Neste meio tempo o contato com o PBA será mantido, para ajustes no número de unidades a implantar, considerando nossa proposta de 20 unidades para cada grupo participante nos dois eventos. Cada unidade receberá 20 mudas de cada espécie (800 mudas por unidade X 40 unidades = 32.000 mudas),rn Procuramos manter contato com o PBA para 30 antes da chegada das mudas preparar a recepção das mesmas. Na data de entrega técnicos da Emater acompanharão o caminhão para a segunda etapa da capacitação dos beneficiários (reunião prática para a implantação das unidades com os participantes da primeira etapa ocorrida).rn Em contato com as coordenações envolvidas no Instituto Emater, foi proposto à elaboração de projeto específico para obtenção das mudas via programa Prorural. A proposta será entregue até o final do mês de Outubro,rn As unidades serão acompanhadas de forma sistemática pela Emater, UFPR e Embrapa.rn
Fonte: Assessoria Emater

























