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Colégio Rio Branco de S. A. da Platina corre risco de desabamento

Professores, alunos e autoridades estão preocupados com o risco de desabamento de parte da estrutura do Colégio Estadual Rio Branco, em Santo Antônio da Platina. Terceiro maior do Norte Pioneiro, o colégio teve a cantina e parte do auditório interditados por engenheiros do Núcleo Regional de Educação (NRE) e pela Defesa Civil Municipal há cinco anos, após graves abalos na estrutura da edificação em razão de infiltrações no terreno. Na semana passada, o vereador Aguinaldo Roberto do Carmo (PSC), que também é professor, cobrou medidas emergenciais à Secretaria Estadual de Educação (Seed) durante o seu pronunciamento no Legislativo, e alertou para a possibilidade de uma tragédia. rn”A gravidade do problema foi detectada há cinco anos. As repartições foram interditadas e isoladas com a promessa de que as obras seriam iniciadas imediatamente, mas nada foi feito até agora. Pior, os problemas se agravaram e não há nenhuma forma de isolamento para evitar a aproximação das pessoas nas áreas de risco. Se a Secretaria Estadual de Educação não agir será conivente com a tragédia, que certamente ocorrerá”, disse Carmo. rnNo último sábado, a chefe do Núcleo Regional de Educação de Jacarezinho, Magda Cristina Souza Nogueira, reuniu-se com professores e a direção do colégio para avaliar a evolução dos problemas estruturais na edificação e ouvir as reivindicações. Na manhã de ontem, a chefe do NRE disse à FOLHA que as solicitações já foram protocoladas junto à Seed após reunião com a responsável pela pasta, Ana Seres, e que as obras emergenciais como a demolição da cantina e reforma de algumas salas de aula, por exemplo, devem ser autorizadas, em caráter emergencial pela Superintendência de Desenvolvimento Educacional (Sude), nos próximos dias. No entanto, a chefe do Núcleo informou que ainda não há previsão para a reconstrução das repartições. rnrnMOBILIZAÇÃOrnNa próxima segunda-feira, o corpo docente do Rio Branco irá se reunir com representantes do Ministério Público Estadual (MP-PR), Associação de Pais, Mestres e Funcionários (APMF) e Conselho Escolar para tratar o assunto. A professora Elaine Antunes Ferreira Silva, informou que o objetivo é buscar soluções legais ao problema. “Tomaremos todas as medidas para que os responsáveis cumpram suas obrigações. Não queremos deflagrar ações que venham causar transtornos aos professores e alunos, porém, não podemos continuar sob risco”, explicou Elaine.

Fonte: Luiz Guilherme BanwartFolha de Londrina

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