Modalidade mais vitoriosa na história do Brasil nos Jogos Pan-Americanos, com 111 das 1066 medalhas conquistadas, o judô tem como meta 14 conquistas no Pan, de Toronto, no Canadá. A audaciosa marca faria com que a equipe brasileira subisse ao pódio com todos os atletas da delegação. A técnica Rosicléia Campos e Ney Wilson, chefe da equipe brasileira, encaram com otimismo a marca, que por pouco não foi obtida em 2007 e 2011 (assista ao vídeo).rn- Estamos trabalhando convictos que vamos atingir essa meta, que é inédita para o judô brasileiro. Já batemos na trave duas vezes com 13 medalhas, em 2007 e 2011. Esperamos agora em 2015 classificar todos os atletas. Recentemente nós tivemos o campeonato pan-americano no Canadá, em Abril, e nós chegamos à 13 medalhas. Eu acredito que melhorar a qualidade de medalhas em relação ao melhor resultado nosso, foram seis medalhas de ouro, é menos difícil que chegar às 14 medalhas. Estamos otimistas de chegar à essas 14 medalhas – disse o chefe da equipe brasileira de judô, Ney Wilson Pereira, durante participação no Conexão SporTV.rnTécnica da equipe feminina, Rosicléia Campos mostra o mesmo otimismo de Ney Wilson.rn- Superotimista e com compromisso de levar 14 medalhas para o Brasil – disse.rnrnDe olho nos rivais, a técnica e o chefe da equipe brasileira responderam sobre as características distintas entre o judô praticado por Brasil e Cuba. Para Ney Wilson, os cubanos são mais estratégicos e acabam irritando os atletas brasileiros. rn- O judô brasileiro é mais plástico e com mais técnica, enquanto o judô cubano é muito estratégico, e acaba irritando um pouco os atletas brasileiros. Se atiram muito, se jogam e não deixam ajeitar pegada. Então isso acaba irritando o atleta, perdendo a paciência, entra na hora errada e acaba sendo surpreendido.rnPara evitar surpresas, Rosicléia Campos explica que os judocas do Brasil são preparados para não se desequilibrarem com a catimba dos adversários. Além disso, diz que trava uma batalha pessoal com o técnico de cubano.rn- No feminino a gente trabalha muito isso com elas (o psicológico). Fica preocupado com sua luta e não com a outra que fica se jogando, porque isso irrita e o objetivo delas é esse. É uma ferramenta que elas têm. Então se está dentro da regra, é uma ferramenta que elas têm. Cabe a nós neutralizar isso de uma forma positiva para que a gente possa conseguir o resultado final. Do lado de fora eu não me entendo com o técnico de Cuba. A gente trava uma batalha pessoal. O clima pesa literalmente, porque ele é pesado.rnrnAs disputadas do judô acontecem entre 11 e 14 de julho. Neste sábado, o SporTV2 transmite às preliminares a partir de 16h30 (horário de Brasília).rn
Fonte: G1

























