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Marcha de servidores estaduais para o Centro de Curitiba nesta manhã

Milhares de professores, com o apoio de funcionários do Detran-PR (Departamento Nacional de Trânsito do Paraná) e outras categorias, marcharam pela região central de Curitiba na manhã desta quarta-feira (25). A Praça Santos Andrade foi tomada por professores que querem pressionar o Governo do Paraná a atender as reivindicações da categoria. O grupo seguiu até a Praça Nossa Senhora da Salete, no Centro Cívico, onde está mobilizado para a reunião entre o governo e os representantes da categoria. A greve geral não chegara ao fim hoje, é o que garante a APP-Sindicato.rn“Tivemos avanços nos encontros e esperamos o mesmo para hoje, mas posso afirmar que, independente do resultado da reunião, a greve não termina. Vamos levar o que for definido para as direções estaduais e e, seguida, realizar uma assembleia estadual para definir, aí sim, se a paralisação termina”, disse à Banda B, pouco antes de entrar na reunião, o presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão.rnrnProfessores marcham ao Centro Cívico pela Rua Marechal Deodoro (Foto: Drielly Pereira)rnrnA APP estima que mais de 20 mil professores participaram das marchas, que saíram das Praças Rui Barbosa e Santos Andrade.rnGreve continuarnA nova rodada de negociações com o governo estadual, marcada para o fim da manhã de hoje, não colocará um fim na greve, que já dura 18 dias. Além de representantes do governo, participarão do encontro integrantes da direção estadual do sindicato e do comando estadual de greve.rnProposta do GovernornO Governo do Estado já anunciou que vai liberar, a partir de hoje, parte do terço de férias dos professores e agentes universitários. A proposta que será colocada na mesa de negociação nesta quarta-feira (25), será de um cronograma de pagamentos. Segundo o governo, foram liberados nesta terça (24) R$ 70 milhões para quitar as rescisões de 29 mil docentes temporários (PSS). O governo também liberou R$ 12 milhões para pagar férias atrasadas de novembro e dezembro dos servidores.rnrn“Eu tô na luta”, dizem professores (Foto: Priscila Carvalho)rnrnA proposta agora engloba o pagamento também de R$ 116 milhões até o dia 31 de março e mais R$ 40 milhões em abril, referentes às férias vencidas e não pagas. Quem está a mais tempo sem receber terá prioridade na ordem cronológica de pagamentos.rnSegundo a APP, quatro tópicos ainda estão pendentes na pauta da greve:rn1. Retirada ou rejeição dos projetos de Lei: PLC 06/2015 e PL 60/2015rn2. Pagamento imediato dos salários em atrasorn3. Retomada das negociações sobre os temas educacionais e a organização escolarrn 

Fonte: BandaB

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