A guerra travada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em busca da hegemonia no crime organizado também tem seus reflexos no Paraná. A organização criminosa, segundo o Ministério Público de São Paulo, teria rompido acordos de paz com outros grupos e desde o segundo semestre do ano passado vem lançando uma ofensiva pelo controle de presídios, tráfico de drogas e armas no Brasil.rnSegundo reportagem do portal UOL, a ação estaria relacionada a motins, assassinatos e transferências de presos em pelo menos 15 estados, entre eles o Paraná.rnDe acordo com a Secretaria estadual de Segurança Pública e Administração Penitenciária (Sesp), diversas transferências de presos precisaram ser feitas para prevenir conflitos agressões entre presos ligados ao PCC e ao Comando Vermelho no Estado. Além disso, teriam sido apreendidas mensagens em que membros do PCC ordenavam ataques a rivais da quadrilha em presídios paranaenses.rnrnO Primeiro Comando da Capital, inclusive, é considerado a facção criminosa de maior poder nas penitenciárias do Paraná. Para angariar novos membros, a facção oferece aos seus aliados proteção, auxílio jurídico e apoio financeiro para a família. Em contrapartida, aqueles que se faccionam continuam ligado ao PCC após ganhar liberdade, devendo permanecer leal ao grupo.rnOutro estado afetado pelas ações do PCC é Santa Catarina, palco de uma longa disputa entre o PGC (Primeiro Grupo Catarinense) e o PCC, que dura pelo menos cinco anos.rnEntre 2012 e 2015, inclusive, uma série de atentados foram registrados na região como resultado da disputa entre as facções. Na semana passada, um dos líderes do PGC, Sebastião Carvalho Walter, foi atacado na Penitenciária de São Pedro de Alcântara.
Fonte: Bem Paraná

























