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Ponta-grossense é preso suspeito de matar a filha

Guilherme Smaniotto Vieira de Paula morava em comunidade alternativa e alimentava filha de três meses com mistura de óleos; ela morreu de desnutrição nesta segunda-feirarnUm ponta-grossense foi preso nesta segunda-feira (3) na cidade de Palhoça (SC), suspeito de maus tratos contra a própria filha de três meses. Guilherme Smaniotto Vieira de Paula tem 30 anos e morava com a esposa, Fabíola Vieira Escolvo, de 26 anos, em uma comunidade alternativa em Guarda do Embaú, em local chamado Vale da Utopia.rnA criança era alimentada com uma mistura de óleos e morreu por desnutrição. Eles responderão por maus tratos, agravado em razão de morte e por se tratar de menor de idade. A pena é de 4 a 12 anos de prisão e pode aumentar, já que a vítima tem menos de 14 anos.rnO casornA mãe, formada em Enfermagem, tinha acabado de passar por uma cirurgia nos seios e possivelmente não conseguia amamentar o bebê, segundo o delegado Adriano Almeida, que atendeu o caso. Conforme o relato dela, o casal saiu de Joinville e foi para a região da Guarda do Embaú, em um local chamado Vale da Utopia, onde vive uma comunidade alternativa. Eles queriam viver daquele jeito e também buscar outra solução para a nutrição da recém-nascida, que passou a ser alimentada com um extrato, formado por óleo de coco e castanhas moídas.rnO bebê teria morrido por volta das 22h de domingo (2), e o Samu foi acionado por volta das 2h de segunda-feira (3). A criança, pelo estado de desnutrição, tinha quase o tamanho de um feto. O médico que avaliou o corpo do bebê acredita que ela não estava sendo amamentada durante todo este período, pois o corpo tem indícios de que ela estava desprovida da alimentação básica para esta idade.rnOs pais se mostraram surpresos com a prisão porque acreditavam que fizeram o melhor para seu bebê. De acordo com a Polícia Civil, em interrogatório, eles falaram que o bebê transcendeu, que agora é um ponto de luz iluminando a Terra.rnO delegado solicitou à Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Palhoça que fossem até o local para averiguar se há outras crianças na mesma situação, mas nada de irregular foi encontrado.

Fonte: Pol. Civil de Santa Catarina

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