Prevista para ser entregue em julho do ano passado, a nova base da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), na PR-092, em Santo Antônio da Platina, está com as obras paralisadas e sem previsão para ser concluída. A empresa vencedora da licitação já construiu 90% da unidade, mas interrompeu os trabalhos por falta da liberação de recursos pelo governo estadual. rnAtualmente, a base do Posto Platina está anexa à estrutura do 3º Pelotão da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), na PR-431, em Jacarezinho. O posto é responsável pelo atendimento de ocorrências e fiscalizações nas rodovias estaduais na divisa entre o Paraná e São Paulo. rnDe acordo com o comandante do 3º Pelotão, tenente Anderson Bristo Piske, o Posto Platina atende as rodovias estaduais que levam aos municípios de Santo Antônio da Platina, Carlópolis, Ribeirão Claro, Jacarezinho, Cambará, Guapirama, Ribeirão do Pinhal, Abatiá e Jundiaí do Sul. No entanto, conforme o oficial, com a conclusão da nova base construída na PR-092 o território será redistribuído. “Estamos na expectativa da conclusão das obras desta nova base. Apesar dos trabalhos estarem ocorrendo em ‘doses homeopáticas’, acredito que está por muito pouco para que o novo posto seja entregue. Mas para que isso ocorra a empresa depende da liberação dos recursos pelo governo estadual.” rnO tenente destaca ainda que a nova estrutura trará mudanças nos serviços prestados pela PRE. “A área de atendimento será redistribuída. Hoje, a unidade atende aproximadamente 300 quilômetros de rodovias. Após a inauguração da base na PR-092 a logística será bem melhor, pois além do efetivo da nova unidade, também manteremos uma equipe na sede do 3º Pelotão, dando mais qualidade aos atendimentos à população”, assegurou. rnA Metro Engenharia, de Siqueira Campos, empresa responsável pela construção da obra na PR-092, informou que os repasses foram suspensos em outubro pelo governo estadual, e desde então os trabalhos foram paralisados. rnDe acordo com o engenheiro responsável e sócio-proprietário da Metro, Rodolfo Millarch Barbosa de Azevedo, a obra, iniciada em janeiro de 2014, está orçada em R$ 310 mil. A previsão para a conclusão dos trabalhos é de no máximo 90 dias, mas para isso é preciso que os recursos para os pagamentos de materiais e profissionais contratados pela empresa sejam liberados pelo governo. Azevedo disse que os repasses são realizados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), que teria informado à direção da empresa que não há agendamento previsto pela Secretaria Estadual da Fazenda para a liberação dos recursos.
Fonte: Luiz Guilherme Bannwart – Especial para Folha de Londrina

























