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Servidores da Universidade Estadual de Maringá entram em greve

Professores e funcionários da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, entraram em greve nesta quarta-feira (11). A paralisação foi decidida durante uma assembleia realizada durante a manhã. A votação contou com a participação de 600 servidores.rnSegundo o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), o ato é em protesto contra o pacote de medidas encaminhado pelo governador Beto Richa (PSDB) à Assembleia Legislativa, que corta alguns benefícios do funcionalismo público. As medidas, de acordo com o governo, tem o intuito de gerar economia e aumentar a arrecadação.rn”Não podemos aceitar essas medidas. Só vamos voltar a trabalhar, a exercer as nossas atividades normalmente quando o governo recuar e retirar esse pacote da pauta de votação”, alega um dos diretores do Sinteemar Ricardo Giovanini.rnAs aulas da UEM estão previstas para começar no dia 23 de fevereiro. Se a greve continuar até a data prevista, quase 22 mil alunos podem ser prejudicados.rnNo período da tarde, o comando de greve vai definir como o atendimento no Hospital Universitário de Maringá será realizado. “O ambulatório e a clínica odontológica não estão mais atendendo. À tarde vamos definir quantos funcionários continuarão trabalhando diariamente para não prejudicar alguns setores, como por exemplo, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, detalha Giovanini.rnNa terça-feira (10), professores das universidades estaduais do Centro-Oeste (Unicentro), de Ponta Grossa (UEPG) entraram em greve, assim como os servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Em assembleia realizada na segunda-feira, os professores da UEL decidiram também entrar em greve a partir de quinta-feira (12).rnProfessores da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) fazem assembleia às 14h desta quarta-feira para discutir o movimento de greve.Outras instituições, como a do Norte Pioneiro (Uenp), a do Paraná (Unespar), e a do Oeste do Paraná (Unioeste) estão com indicativo de greve para quinta-feira.rn”Pacotaço”rnO pacote de medidas foi apresentado aos deputados estaduais em regime de urgência no dia 4 de fevereiro e visa equilibrar as finanças do estado. O “pacotaço”, como é chamado, faz parte da segunda etapa de um ajuste fiscal que começou em 2014, com o aumento da alíquota de impostos. O objetivo é ampliar receitas e diminuir despesas da máquina pública, afirma o governo estadual. Além dos servidores da socioeducação, trabalhadores da educação – em greve desde segunda – e da saúde estão mobilizados contra as mudanças propostas.rnA votação do “pacotaço” foi suspensa na terça-feira (10) após manifestantes invadirem e ocuparem o plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

Fonte: G1

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