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Sob forte comoção, bebê assassinado em Curitiba foi sepultado em Wenceslau Braz

A grande maioria das pessoas se preparava para assistir o jogo entre Brasil e Alemanha, na tarde da última terça-feira (8). Uma família de Wenceslau Braz, porém, sepultava uma criança de apenas seis meses no cemitério da cidade. Mais chocante: assassinado pelo padrasto a socos porque não parava de chorar. O crime brutal aconteceu na grande Curitiba, segunda-feira.rnA mãe da criança, Dhéssica Renata Almeida, 18 anos, havia saído de casa para procurar emprego em uma padaria. Ao voltar, viu o namorado saindo de casa afirmando que estava indo encontrar com o pai.rnQuando entrou em casa, Dhéssica viu o bebê deitado e achou que estivesse dormindo. Ao chegar perto do filho, notou que ele estava frio e com marcas roxas na cabeça. A mãe tirou o filho da cama e percebeu que a criança estava desfalecida.rn“Quando eu percebi que ele estava com o pescoço mole, fiquei desesperada e saí gritando na rua. Aí apareceu uma ambulância e me levaram para o hospital”, relata a mãe.rnDepois disso, Dhéssica ainda sofreu com a espera para conseguir uma vaga nos hospitais. Infelizmente a criança não resistiu, e após quatro paradas cardíacas perdeu a luta pela vida.rn “CARINHOSO”rnApenas depois de passar pelos médicos que Dhéssica soube que o filho foi vítima de uma agressão brutal, e se deu conta que o namorado, Kelvin Altevir da Silva, de 23 anos, com quem estava há menos de um mês, é que era o responsável pela morte a socos de seu bebê.rn“Fiquei muito surpresa, porque ele demonstrava carinho pelo meu filho, até já ensinava ele a chamar de pai. Domingo a gente foi no zoológico e ele mostrava gostar mesmo do meu filho”, continua a mãe.rnNo entanto, este cenário parecia ser apenas de fachada. Dhéssica, no dia do crime, não ficou nem 20 minutos longe do filho, porém tempo esse suficiente para gerar a barbárie que chocou todo o Paraná e ganhou repercussão em praticamente todas as emissoras de TV do Estado.rnEm depoimento, Kelvin afirmou que perdeu a paciência com a criança, e que teria batido nele para ele dormir, após tentar acalmar o menino com mamadeira e colo. O assassino não tinha passagens pela polícia e relatou que é ex usuário de drogas, estando livre do vício há alguns meses.rnDesolada, Dhéssica, como mãe, diagnosticou a causa do choro da criança: frauda suja. “Quando a gente estava na ambulância, não sei por que, eu fui olhar a fraudinha dele, e vi que estava suja, precisando trocar. Foi por isso que ele não parava de chorar”.

Fonte: Lucas Aleixo – Jornal Folha Extra

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