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Sobe para 2,2 mil o número de casos confirmados de dengue no Paraná

Em uma semana, mais de 200 novos casos de dengue foram confirmados em todo o Paraná. De acordo com novo boletim da Secretaria Estadual da Saúde (SESA) divulgado nessa terça-feira (19), são 2.203 desde agosto do ano passado.rnrnParanaguá, que desde o início do ano enfrenta uma epidemia de dengue, já notificou 614 casos. Na última semana, no entanto, outros seis municípios também atingiram uma taxa de incidência que caracteriza situação epidêmica: Mamborê (56), Cambará (93), Munhoz de Mello (43), Santa Isabel do Ivaí (35), Itambaracá (25) e Guaraci (19).rnNo ranking da dengue, atrás de Paranaguá vem Foz do Iguaçu, com 340 casos confirmados; Londrina, com 322; e Maringá, com 80. Dos 399 municípios do Paraná, 308 já apresentaram notificações da doença.rnMortesrnSegundo o boletim da SESA, até o momento há confirmação de duas mortes em decorrência de complicações da dengue, ambas em Paranaguá. Outras três mortes estão sendo investigadas pela secretaria para confirmar se a dengue foi ou não a causa do óbito. Os casos em investigação são de Paranaguá e Foz do Iguaçu. Técnicos da Secretaria Estadual da Saúde estão analisando todos os prontuários médicos e pesquisando a história clínica de cada paciente. É preciso ainda aguardar o resultado de exames laboratoriais complementares.rnZica e chikungunyarnO boletim ainda traz informações sobre o zika vírus. Desde agosto do ano passado foram notificados 123 casos suspeitos no Paraná, sendo que apenas um deles foi confirmado. Já a febre chikungunya foi diagnosticada em cinco pacientes – um deles infectado dentro do estado e os outros quatro, fora.rnrnAprenda a identificar os sintomas; em caso de suspeita, procure atendimentornFebre rnO primeiro sintoma da dengue geralmente é a febre, que aparece de 5 a 10 dias após a picada do mosquito infectado. A febre pode vir acompanhada de dor de cabeça, dor articular, dor muscular, dor atrás dos olhos e mal-estar geral.rnOutros sintomas rnQuando o paciente apresenta dor abdmonial intensa, vômito persistente (de 4 a 6 episódios em um período de 6 horas) ou tontura por queda de pressão, o cuidado deve ser redobrado. Nesses casos, a pessoa deve ficar internada em observação.rnAcompanhamento especial rnCrianças menores de cinco anos, adultos com mais de 65 anos, gestantes e doentes crônicos (hipertensos e diabéticos graves, entre outras comorbidades) devem ser avaliados pela equipe de saúde diariamente por um período de 3 a 4 dias.rnReavaliação rnQuem não se encaixa nessas condições deve retornar ao serviço de saúde imediatamente após o desaparecimento da febre. A reavaliação é importante para evitar que a pessoa evolua para a forma grave da doença sem assistência adequada. Estudos apontam que os sintomas da dengue clássica duram em média sete dias, dependendo do organismo da pessoa.rnAtenção: pacientes com suspeita de dengue não devem se automedicar. Analgésicos podem aliviar a dor e mascarar os sintomas, agravando o quadro; já antibióticos podem causar hemorragia digestiva.rnrn 

Fonte: Sec. Estadual de Saúde

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