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Arquiteta e Designer de Moda do Norte Pioneiro representará o Paraná em concurso de moda inclusiva em Florianópolis

Arquiteta e Designer de Moda do Norte Pioneiro representará o Paraná em concurso de moda inclusiva em Florianópolis rn rnA designer de moda Maristela Szarnobay da cidade de Quatiguá, Norte Pioneiro do Paraná irá participar do 5º Premio Brasil Sul de Moda Inclusiva realizado Instituto Social Nação Brasil, nesta quinta-feira(23) na cidade de Florianópolis. rnA designer concorreu com mais 109 pessoas  nesta edição, onde foram selecionados os 20 melhores projetos visando pessoas com deficiências diversas. rnO evento tem o objetivo de incentivar a produção de looks para pessoas com deficiência. O projeto é uma ação social aberta para a participação de estudantes de moda voltada da região sul do país. Maristela é a única representante do estado do Paraná, após classificação de seus projetos. rnOutra finalidade do “Prêmio” é incentivar o debate relacionado à moda e trazer novas soluções e propostas para o vestuário das pessoas portadoras de deficiência. rnO resultado será apresentado durante evento que será realizado no Majestic Palace Hotel, a partir das 16 horas. Maristela irá exibir 3 looks, apresentados pelas modelos Thais Becker, tetraplégica, formada  em Direito; Mary M. Cardoso, que tem encurtamento de membro inferior, jornalista e atriz profissional, além de paratleta e Daniela Tomaz, modelo, nasceu com espinha bífida e é cadeirante. Todas residentes em Florianópolis.rnÉ a segunda vez que a arquiteta-designer participa deste evento. Em 2015, Maristela foi até São Paulo participar do 6º Concurso Moda Inclusiva realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, obtendo excelente classificação.rn rn Ao JRDiário, Maristela falou sobre a conciliação de sua profissão de arquiteta e designer: rn“Quando me perguntam: Mas você não é Arquiteta? Sim, assim também como sou designer de Moda, Administradora de Empresas, especialista em educação e também Especialista em Gestão ambiental. Todas estas as área se convergem quando se tem um pensamentos sistêmico, lidar com inclusão para mim lá se vão 28 anos da minha vida. Mas foi na moda aliada a gestão ambiental que encontrei meu valor. Chegar onde poucos chegaram. Hoje existem aproximadamente 45,6 milhões de deficientes no Brasil, ou seja, 23,9% e pouquíssimas empresas preocupadas com a acessibilidade  deles a mercado da moda, ao mesmo tempo em que a cadeia produtiva têxtil do Brasil é responsável por 175 mil toneladas/ano de resíduos têxteis, só a região do Bom Retiro em São Paulo gera 12 toneladas/dia de forma inadequada. Então por que não agregar estes dois fatores? Diminuir o impacto ambientais das grandes empresas de “fast fashion” ao mesmo tempo criar moda adequada aos mais diversos tipos de deficiência, a custo mais baixo, afinal são 24% da população que se sente excluída pelo mercado têxtil mundial.rnEste se torna um objetivo, criar moda para deficientes de forma ecologicamente correta com custo benefício para todos os envolvidos e com a praticidade de poder ser e-commerce. rnMas para que este projeto de vida se concretize preciso ainda passar por muitos caminhos, mas sou brasileira e não desisto nunca”, finalizou.rn 

Fonte: Simone Chiusoli – foto: arquivo pessoal

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