rnrnVinte e oito detentos da Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG) começaram a ser transferidos na manhã desta quarta-feira (15) para outras unidades prisionais do Paraná e Santa Catarina. O grupo liderava o motim iniciado na manhã da última segunda-feira (13) no presídio. Acordo definido na manhã de hoje garantiu o fim da mobilização após 48 horas. rnA Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju) informou que a transferência para outras unidades era a principal reivindicação dos rebelados. A Seju deve relatar ainda durante o dia para onde os presos serão levados. Ainda não há confirmação se participantes de rebeliões anteriores estão entre os que irão para outros presídios. rnrnrnrnrnLis Sayuri/Equipe FolharnrnrnrnrnOs nove agentes penitenciários e sete presos que seguiam sob o domínio dos líderes do motins foram liberados por volta das 11h30. Eles só foram liberados assim que começaram as transferências. rnEsta é a primeira rebelião registrada na PIG. O presídio apontado como modelo foi construído há 15 anos, tem 240 vagas e está com lotação no limite, com 239 presos. Eles podem trabalhar e estudar na unidade. rnO motim em Guarapuava começou por volta das 11h30 da última segunda-feira quando cerca de 40 detentos tomaram cinco galerias da penitenciária e fizeram 12 agentes penitenciários como reféns. Um servidor teve o corpo parcialmente queimado com cola quente. Ele foi liberado ainda no primeiro dia da rebelião, precisou ser medicado e se já se recupera em casa. Outros dois funcionários foram soltos ontem. rnO Sindicato Dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen) voltou a exigir reforço na segurança das unidades prisionais. A rebelião na PIG é 21ª em dez meses no Paraná. Ao todo, 43 agentes penitenciários foram feitos reféns nos motins.rn rnrn
Fonte: Lucas Emanuel Andrade – Redação Bonde

























