A qualidade da cachaça Bassi, de Santa Mariana, foi contemplada com o prêmio Golden Star pelo International Taste & Quality Institute (ITQ), em Bruxelas, na Bélgica. Produzida pela família Bassi, há mais de 30 anos, a cachaça recebeu a classificação “Golden Star”, passando ocupar o posto de melhor bebida do gênero no Paraná. O instituto avalia bebidas e alimentos de todo mundo. rnDe acordo com o diretor comercial e de marketing, Evandro Silva Eto, a Adega Bassi enviou amostra da Cachaça “Branca” em fevereiro deste ano para ser avaliada pelos conceituados chefs e sommeliers do instituto, localizado na capital belga. O ITQ, afirma ele, é referência mundial na avaliação e promoção de alimentos e bebidas de sabor superior. “O superior Taste Award(Prêmio de Sabor Superior), concedido pelo instituto, é um reconhecimento único utilizado por muitos produtores e distribuidores como um poderoso instrumento de marketing que oferece argumento forte para negociações empresariais. O selo distingue claramente os seus produtos da concorrência”, explicou. rnEto destaca ainda que a seleção pela qual passou a cachaça Bassi, não é classificada como uma competição. “Os produtos são avaliados por seus atributos individuais e não há competição entre os mesmos. Os jurados do ITQI são únicos no mundo porque são selecionados por uma parceria exclusiva com as mais prestigiadas associações de culinária e sommeliers da Europa, como a Association de la Sommellerie Internationale (ASI)”, explicou. rnA história da Caninha Bassi, como conta o diretor comercial, que é genro do agricultor e empresário Orlando Bassi, começou em 1982, por sugestão de um parente da família, que produzia cachaça artesanal no interior de São Paulo. A filha do agricultor, Viviane Bassi Eto, que é engenheira agrônoma, cuida da parte técnica e do envase da cachaça. Já Evandro Eto busca novos mercados. “Com a expansão dos negócios, estamos conquistando mercados nas principais cidades do Paraná e do interior de São Paulo”, comemora. rnMas os responsáveis pela cachaça Bassi não poderão participam da premiação, que ocorre amanhã, em Bruxelas. O selo será enviado a Santa Mariana nos próximos dias e tem validade de três anos. A adega, segundo seus diretores, pretende participar todos os anos desta avaliação.
Fonte: Marcos André de Brito – Folha de Londrina

























