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Eleições 2026: PT enfrenta indefinições em estados e faz diagnóstico

Mas em meio a esse diagnóstico, lideranças petistas já preveem um pouco mais de trabalho nas negociações em alguns estados. A um ano da eleição, o cenário ainda está indefinido nos principais colégios do país: São Paulo e Minas Gerais, por exemplo. No Maranhão, uma disputa entre o atual governador e o vice petista embaralha as articulações para 2026.

Metrópoles mapeou os principais nós que o PT precisa desatar até a disputa eleitoral em 2026.

São Paulo

Em setembro, o ministro negou interesse em concorrer ao cargo. Haddad já foi prefeito da capital e em 2022 disputou a chefia do Palácio dos Bandeirantes contra Tarcísio – e acabou derrotado.

“Neste momento, eu não tenho intenção de ser candidato no ano que vem e vou ter um tempo para planejar minha vida futura. Mas não tenho essa decisão tomada”, disse o ministro a jornalistas durante um evento em São Paulo, à época.

Correm por fora outros nomes, como de Márcio França (PSB), ministro do Empreendedorismo e ex-governador do estado, e Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento e Orçamento. A depender do arranjo, os dois podem virar opções para o Senado.


Diagnóstico eleitoral

  • O PT instalou, em 6 de novembro, o Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE).
  • Coordenado pelo deputado federal e líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), o grupo está trabalhando nos diagnósticos eleitorais de cada estado do país para entender cenários favoráveis e desfavoráveis ao governo e à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
  • Os estudos devem ser realizados até o final do mês.
  • Em dezembro, o presidente da sigla, Edinho Silva, ao lado de Guimarães, deve se reunir com as direções estaduais do PT para começar a pactuar e construir a melhor tática eleitoral em cada estado.
  • A prioridade será a construção do melhor palanque para Lula.

Minas Gerais

Pacheco também enfrenta uma celeuma com o partido, o PSD, que decidiu apoiar a candidatura do atual vice-governador de Minas, Mateus Simões – apadrinhado por Romeu Zema (Novo). Nesta semana, o senador afirmou que, diante do cenário, caso decida concorrer ao governo, não será pelo PSD.

Maranhão

No entanto, o vice-governador, Felipe Camarão, do PT e alinhado a Dino, também deve concorrer ao Palácio dos Leões.

O governador Brandão, por sua vez, é o favorito na disputa ao Senado, de acordo com pesquisas mais recentes. Mas ele resiste em deixar o cargo em abril, seguindo o prazo de desincompatibilização, pois colocaria o vice em evidência ao assumir o comando do estado, prejudicando assim a candidatura do sobrinho.

Enquanto isso, o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), lidera os cenários para a disputa no Maranhão.

Outros embaraços

No Rio de Janeiro, a maior possibilidade de articulação do PT em relação à disputa pelo governo do estado está no apoio à candidatura do prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes (PSD). Paes aparece na liderança das pesquisas eleitorais, com chances de ser eleito em primeiro turno.

O que precisa ser resolvido, no entanto, é o papel do partido na chapa do prefeito. A aposta da sigla é que a deputada federal Benedita da Silva dispute uma das duas vagas do Senado com acenos do prefeito.

Em Pernambuco, o PT busca a reeleição do senador Humberto Costa em diálogo com o PSB, do prefeito do Recife, João Campos.

O partido, porém, também fala em se aproximar da governadora do estado, Raquel Lyra (PSD), com a intenção de expandir a base do governo. Campos e Lyra devem disputar a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas. Até o momento, o prefeito desponta à frente nas pesquisas eleitorais.

FONTE: DANIEELE SANTOS METRÓPOLES

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