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Enfim, Paraná terá delegado em todas as comarcas

A partir de segunda-feira, o Paraná terá, pela primeira vez em sua história, delegado de polícia em todas as 144 comarcas do estado. Formam-se, na noite desta, sexta-feira, na Escola Superior de Polícia Civil (ESPC), 62 delegados contratados em junho, que atuarão nas comarcas onde, hoje, não há delegados. “Onde tem juiz e promotor, a partir de segunda-feira terá, obrigatoriamente , um delegado”, disse o delegado-geral da Polícia Civil, Riad Braga Farhat. Outros 13 delegados, também aprovados no concurso, mas que tiveram as vagas contestadas judicialmente por outros participantes da seleção, deverão iniciar a formação no próximo mês. Eles serão lotados em delegacias de homicídios da Região Metropolitana de Curitiba e em outras comarcas maiores, como Londrina e Cascavel. rnO delegado-geral explicou que a medida de colocação de, no mínimo, um delegado por comarca terá reflexo não só nas cidades que receberão os novos profissionais, como nas cidades maiores, que não precisarão mais deslocar delegados para atender casos onde não havia tal profissional. rnEntre as 62 comarcas que receberão delegados estão Santa Fé, Uraí, Wenceslau Braz, Jandaia do Sul, Santa Mariana, Marilândia do Sul, Congoinhas, Carlopolis, Centenário do Sul, Manoel Ribas, Andirá, Coriúva e Ortigueira. Os delegados têm até o dia 8 de setembro para assumirem seus postos. Com as contratações, a Polícia Civil do Paraná chega a cerca de 400 delegados na ativa. rnSe resolveu um problema histórico quanto à distribuição de delegados, a Polícia Civil ainda tem muito a fazer em relação aos investigadores. Apesar de ter contratado 470 novos profissionais para a função, a formação dos novos investigadores está atrasada e há, hoje, cerca de 800 policiais atuando como estagiários, em funções administrativas dentro das delegacias, sem poder ir às ruas por ainda não terem passado pela formação. Assim, algumas dessas comarcas ainda não contarão com uma equipe completa de investigação. “Nossa escola de polícia tem limitação de vagas e a prioridade foi a formação dos delegados. Agora, já iniciaremos uma turma de 250 investigadores, que poderão estar nas ruas dentro de três meses”, disse o delegado-geral, admitindo que a contratação massiva foi muito acima da capacidade de formação. “Mas o concurso estava para vencer e foi muito mais barato e mais ágil chamar esses aprovados que organizar todo um processo seletivo novamente”, salientou.

Fonte: Bonde

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