Foi realizada nesta quarta-feira (8) a apresentação de um novo programa habitacional que será desenvolvido na cidade de Joaquim Távora, na região do Norte Pioneiro do Estado. Serão 257 novas moradias com investimentos de mais de R$ 15 milhões dos governos do Paraná, federal e municipal. A próxima etapa é o cadastramento das famílias a serem atendidas pelo programa.rnAs cerca de 400 pessoas presentes puderam saber qual é a documentação necessária para se habilitarem a uma das moradias que terão 38, 43 e 49 m². As famílias também foram informadas sobre a origem dos recursos e as responsabilidades do Estado, do governo federal e da prefeitura. rnO secretário estadual da Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, destacou a atenção que o governo do Paraná está dando às famílias. “Elegemos a habitação como prioridade, sabemos como é importante a família ter para onde voltar depois de um dia de trabalho. Por isso trabalhamos sempre em parceria com o governo federal e prefeituras para que mais pessoas possam ser beneficiadas”, disse.rnChaowiche ainda falou sobre um trabalho que a Cohapar está desenvolvendo em parceria com o município para a regularização de lotes. “Ter o título de propriedade da casa onde a gente mora é tão importante quanto ter a casa. Aqui em Joaquim Távora ainda temos famílias que vivem há anos no mesmo local e não são oficialmente donas”, afirmou.rnO prefeito Gelson Mansur Nassar destacou o apoio que vem recebendo do governo do Estado. “É com esse apoio que podemos atender as famílias e proporcionar uma vida digna através da casa própria”, disse.rnrnExpectativa – Pauliane Ferreira e o marido Maiki Douglas Corrêa moram em uma casa alugada pela qual pagam R$ 380. Eles estão ansiosos pela inscrição e esperam que se enquadrem em todos os critérios. “É muito bom sermos informados de todas as etapas, pois assim sabemos o que devemos fazer para conquistar nossa casa”, disse. rnVanderlei e Jaíra Marques moram em uma casa emprestada em uma fazenda e pretendem se inscrever para uma das novas moradias. “A gente não tem garantias de que pode continuar morando nesta casa a vida toda, queremos segurança para nossa aposentadoria. Estamos confiantes”, contou Vanderlei.rn
Fonte: Assessoria

























