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Homem que matou mãe e estuprou filhas é morto em tiroteio

O procurado José Ricardo Ferraz, conhecido como Cambará, que estuprou uma família e matou a mãe, foi morto em um confronto com policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), durante a madrugada desta quarta-feira (24), em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. O suspeito estava escondido em uma casa na Vila Zumbi dos Palmares, aguardando resgate para fugir.rnA vítima, 37 anos, foi estuprada e morta a facadas ao tentar impedir que Cambará estuprasse a filha caçula, de 4 anos. As filhas adolescentes, de 14 e 16 anos, sofreram abusos e estão sendo acompanhadas por um programa de proteção à vítima do município.rnSegundo a Polícia Militar, Cambará estava escondido nos fundos de uma casa abandonada, na rua Francisco Rodrigues. O tenente Stapassoli disse que a polícia recebeu diversas informações sobre o paradeiro dele, entre elas, uma concreta. “Tivemos diversas informações desencontradas, devido ao clamor que foi gerado tivemos bastante. Mas, as informações mais concretas vieram mais tarde e diziam que ele estaria escondido em uma casa. A equipe da P2 (serviço reservado) foi até lá para checar a informação. Eles estacionaram na frente da casa e logo viram um indivíduo vindo em direção ao carro, que era descaracterizado”, contou.rnA polícia acredita que “Cambará” aguardava alguém para auxiliá-lo em um resgate, já que caminhou em direção ao carro dos policiais. “Ele pensou que o carro era o que iria resgatá-lo e se aproximou. Quando os policiais saíram do carro e se identificaram, ele começou a atirar, já estava com a arma em punho, e foi atingido no confronto. Mesmo ferido, ele conseguiu entrar na casa, de novo, atirou e atingiu a viatura. Depois houve novos disparos, até que foi novamente atingido”, descreveu o tenente Stapassoli da Polícia Militar (PM).rnFerraz era foragido da Penitenciária Estadual de Piraquara e já estava sendo procurado pela polícia de Colombo após invadir uma casa e estuprar outra mulher, há cerca de um mês.rnCrimernA casa da família fica na Avenida Portugal, no Jardim Guarani, e foi invadida por volta das 4h30, pela porta dos fundos. A mãe foi estuprada, assim como as filhas adolescentes. Depois do crime, as meninas foram mantidas amarradas em um cômodo, quando uma delas conseguiu se desvencilhar e gravar um áudio, por meio do aplicativo WhatsApp, pedindo ajuda aos vizinhos. Nesse momento, a mãe tentou impedir um ataque contra a filha caçula e foi morta a facadas.

Fonte: A Rede / fotos: Plantão190

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