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Nova identidade, velha filosofia: Brasil cresce na reta final em busca do deca

A instabilidade preocupava. Diante de altos e baixos durante as partidas, o Brasil buscava um caminho mais coeso. Contra os Estados Unidos, enfim, a equipe se encontrou. Com uma atuação precisa, o time mostrou a segurança em quadra que Renan Dal Zotto queria e avançou à final da Liga Mundial. Em busca de uma nova identidade no começo do ciclo olímpico, o Brasil mantém o traço de sua antiga filosofia: crescer em momentos decisivos.rnrnrnNeste sábado, o Brasil vai em busca de seu décimo título da Liga Mundial. A equipe vai encarar a França, que venceu o Canadá na outra semifinal. A partida decisiva será às 23h05, com transmissão da TV Globo, do SporTV 2 e do GloboEsporte.com.rnrnrnAo contrário das partidas anteriores, o Brasil pouco oscilou contra os EUA. Mesmo no set perdido, a equipe se manteve na briga e chegou a empatar o placar na reta final. O passe funcionou, e Bruninho, um dos melhores em quadra, distribuiu o jogo com precisão.rnrnrn- É a construção de um novo time, um novo grupo, apesar de termos jogadores antigos. Não é uma nova filosofia, a filosofia é a mesma: ralar, se mater sempre nos treinamentos. Criar novas coisas, isso é importante. Se continuarmos com o que fizemos no ano passado, o vôlei é rápido, muda bastante. Os times crescem e melhoram. Sabíamos que precisávamos melhorar nesses altos e baixos. E conseguimos. No momento importante, fizemos um grande jogo. Mas ainda acho que nosso melhor jogo vai ser amanhã (sábado).Na partida, Bruninho voltou a fazer de Lucão sua bola de segurança. Assim como o time, o central cresceu de rendimento contra os americanos e foi um dos melhores em quadra. Poupado de boa parte do jogo contra os russos por conta de uma hérnia, o jogador diz que é natural a seleção crescer nos momentos decisivos.rnrn- Como sempre. Mais uma vez chegamos, mais uma final de Liga Mundial. Muda gente, muda comissão, mas o padrão de foco continua o mesmo. Acho que isso faz a diferença. Independentemente de ter sido campeão olímpico ou não, ninguém quis férias. Todo mundo quis estar aqui e representar a seleção.rnrnrn

Fonte: Globo Esporte

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