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Polícia prende assassinos de homem encontrado morto com tiro na cabeça

O delegado que presidiu as investigações, Tristão Borborema de Carvalho, que está substituindo a titular da delegacia, em Ribeirão do Pinhal, disse que após a localização do corpo, um morador de Ribeirão do Pinhal avisou ao sargento da Polícia Militar Ilson Aparecido da Silva, que ainda no domingo, foi até a estrada rural da Triolândia, onde localizou um cadáver.rnEra a pista inicial que a polícia precisava: o crime ocorreu em Ribeirão do Pinhal e o corpo foi transportado. Na cena inicial do crime havia um retrovisor de motocicleta quebrado e um projétil que seria da vítima.rnSegundo a Polícia Civil, a 800 metros do local em que o corpo foi localizado pelo morador, encontra-se uma chácara onde estava ocorrendo um churrasco. “O transporte do cadáver se deu para driblar a polícia ao vínculo com o local da festa, onde Jeanderlei se encontrava”, afirma o delegado.rnDezoito pessoas foram ouvidas no inquérito, desde a última terça. Vários detalhes foram colhidos nos depoimentos. O que chamou a atenção das autoridades é que as duas últimas pessoas vistas na cena do crime com a vítima foram os dois detidos e que “Nandão” desapareceu por dois dias seguidos depois do crime e Felipe retornou para a chácara com a motocicleta que estava com Jeanderlei.rnA polícia ainda apurou que “Nandão” e Jeanderlei tiveram uma briga recente, tendo “Nandão” o ameaçado por supostamente dever para traficantes. Ele nega, mas várias testemunhas confirmaram a história.rnCom o aprofundamento das investigações, a polícia colheu provas de que Felipe, juntamente com uma terceiro pessoa, foram até Nova Fátima de carro, ainda no domingo, para jogar o corpo fora e, assim, tentar despistar a polícia.rnO crime teria sido motivado pela desavença com “Nandão” e também por ciúme de Felipe, pois Jeanderlei estaria conversando com a esposa dele na estrada próximo ao local da cena do crime, momentos antes de morrer.rnA Polícia Militar de Ribeirão do Pinhal prestou auxílio para a Polícia Civil no levantamento do local do crime e nas informações iniciais. O investigador Ademar Gonçalves e Jamil Pereira Barros acompanharam o delegado durante as investigações.rnOs dois seguem presos na Cadeia Pública de Ribeirão do Pinhal.rnO inquérito deve terminar em 10 dias. Se condenados em júri, a pena pode chegar até 20 anos de reclusão.

Fonte: Tribuna do Vale

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