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Protesto perde força, mas rodovias da região de Londrina seguem bloqueadas por caminhoneiros

O segundo dia de protesto dos caminhoneiros está mais intenso no Paraná. De acordo com informações das polícias rodoviárias Estadual (PRE) e Federal (PRF), os manifestantes bloqueavam 21 pontos de estradas do estado por volta das 8h desta terça-feira (10). A mobilização, entretanto, diminuiu no final da manhã e, por volta das 10h30, 13 locais seguiam com manifestações. Na região de Londrina, são três pontos de bloqueio: quilômetros 157 (Cambé) e 178 da BR-369 (Arapongas); e quilômetro 82 da PR-445, entre Londrina e Cambé. O quilômetro 218 da PR-272, em Faxinal, foi desocupado pelos manifestantes por volta das 10h. rnA concentração na região de Londrina está sendo feita em trecho da BR-369 localizado embaixo do pontilhão da PR-445. Diversos caminhões foram estacionados no acostamento das duas rodovias, e os manifestantes estão impedindo o tráfego de carretas carregadas. Apenas veículos de passeio, viaturas, ambulâncias e ônibus passam pelo bloqueio dos caminhoneiros, conforme a PRF. rnCom a movimentação, o trânsito está lento no trecho. Quem utiliza as rodovias para vir de Cambé a Londrina ou vice-versa enfrenta filas quilométricas de congestionamento e precisa ter cuidado e muita paciência. Policiais rodoviários acompanham os protestos e fazem o monitoramento do trânsito. rnOutros pontos rnOs caminhoneiros seguem com os protestos em outros seis pontos de rodovias federais: quilômetros 245 (Apucarana), 133 (Nova Esperança) e 111 (Paranavaí) da BR-376; km 111 da BR-153, em Ibaiti, no Norte Pioneiro; km 358 da PR-476, em União da Vitoria; e km 479 da BR-373, em Coronel Vivida. A BR-277, no km 667, foi liberada por volta das 10 horas. Por lá, o tráfego flui normalmente. rnHá, ainda, pontos de bloqueio, em algumas rodovias estaduais: quilômetro 12 da PR-317, em Santo Inácio, na região de Maringá; quilômetros 145 e 181 da PR-466 e km 295 da PR-487, na região de Ponta Grossa; e km 420 da PR-281, na região de Pato Branco. Os bloqueios na região de Curitiba também foram desocupados pelos manifestantes nesta manhã. rnOs caminhoneiros protestam contra o Governo Federal e pedem a renúncia da presidente Dilma Rousseff (PT). A União Nacional dos Caminhoneiros já comunicou que não apoia as manifestações desta semana. Já o presidente do Sindicato dos Caminheiros Autônomos de Londrina, Carlos Della Rosa, destacou que o movimento é político e está sendo manipulado por pessoas infiltradas. “Não vou me envolver com isso. O sindicato não representa o interesse de partidos políticos, mas de uma categoria específica”, declarou na segunda-feira (9), acrescentando que “muitos motoristas têm parado nos bloqueios mesmo sem saber o que realmente está acontecendo”. 

Fonte: Bonde

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