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Richa comemora queda de Dilma e ascensão de Temer

O governador Beto Richa disse (PSDB) comemorou ontem o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e a ascensão de Michel Temer (PMDB) ao comando do País. Depois de passar os últimos anos reclamando do tratamento dispensado ao Estado pelas administrações petistas, o tucano aposta na boa relação do PSDB com o novo governo para destravar empréstimos pendentes que dependem de aval da União e impulsionar investimentos. Atualmente, estão suspensas operações de crédito de US$ 500 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), nas áreas de segurança, infraestrutura e transportes, por decisão do Tesouro Nacional.rn”Hoje nasce um novo Brasil. É um dia marcante e histórico para o país. O processo de impeachment é resultado da pressão popular, da sociedade cada vez mais vigilante”, disse Richa, prevendo uma nova relação com o governo federal. “Será bem melhor. Queremos resgatar a dívida histórica que o governo federal tem com o Paraná”, afirmou. “Tenho certeza que a postura com relação ao Paraná irá melhorar. Teremos um tratamento mais justo”, apontou. “Durante cinco anos, o governo federal tratou o Paraná de maneira desrespeitosa, fechando as portas e discriminando o Estado de todas as formas. Foi um crime o que fizeram com o Paraná”, reclamou Richa.rn“A pressão popular foi fundamental para andamento do processo (de impeachment)”, considerou. “Esse clamor deve permanecer agora. É importante que a classe política assuma uma nova postura, mais correta, transparente, ética e cumpridora da sua missão”, defendeu.rnO tucano reforçou que o PSDB deve apoiar o governo Michel Temer, independente de cargo político. “O país está quase no fundo do poço, mas diante da responsabilidade que temos com o país, o PSDB não vai se opor que um quadro do partido venha participar do novo governo”, afirmou.rnAlém da participação do partido no governo Temer, o Paraná também foi contemplado com a nomeação do deputado federal Ricardo Barros (PP) para o Ministério da Saúde. Barros é marido da vice-governadora Cida Borghetti (PP) e foi secretário da Indústria e Comércio no primeiro mandato de Richa. “Tem muito trabalho a ser feito nesta área, mas confio na capacidade do novo ministro para dar conta do recado”, comentou o governador.rnObstruçãornOs empréstimos pendentes incluem US$ 300 milhões para financiar o programa de Infraestrutura e Logística de Transportes, destinado a melhorias em estradas, além de outros US$ 150 milhões para o programa Paraná Urbano, de obras nos municípios, e US$ 62,7 milhões para segurança pública. Desde o mandato passado, Richa acusava o governo petista de prejudicar o Estado, retendo operações de crédito. “Quem obstruía os interesses do nosso Estado eram pessoas que estão sendo desalojadas do governo federal”, disse o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni (PSDB). “É outra linha de trabalho. Para quem governou seis anos sem apoio do governo federal, agora vemos uma luz no fim do túnel para que o Paraná tenha o atendimento merecido, que nós acreditamos ter direito”, previu.rnEle acredita que a União deve, por exemplo, conceder o aval para que o Paraná possa acessar financiamentos internacionais que já estão aprovados pelos bancos. “Por razões políticas não havia este aval. O novo governo nos dá a possibilidade de ir buscar estes recursos num curto espaço de tempo e fazer investimentos na segurança e infraestrutura”, avaliou. rn rn“Estavam totalmente bloqueadas todas as reivindicações do Governo do Paraná em Brasília”, afirmou o chefe da Casa Civil.rn 

Fonte: Bemparana

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