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12 escolas cívico-militares do Paraná serão afetadas por decisão do Governo Federal de encerrar programa; veja lista

A decisão, conjunta do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Defesa, dá fim ao que era uma das prioridades do governo na gestão Bolsonaro.rnEm nota, a Secretaria de Estado de Educação disse que vai “trabalhar para migrar os colégios do modelo federal para o estadual”.rnAtualmente, 12 instituições do Paraná estão no modelo federal. São elas:rnrnrnColombo: VINICIUS DE MORAES C E EF MrnLapa: CARNEIRO C E GAL EF NORMALrnApucarana: HEITOR C A FURTADO, C E-EF M PROFISrnCascavel: CATARATAS C E EF MrnCascavel: JULIA WANDERLEY C E PROF EF MrnCuritiba: ARLINDO CARVALHO DE AMORIM C E EF MrnCuritiba: BEATRIZ FARIA ANSAY C E EF MrnFoz do Iguaçu: TANCREDO DE A NEVES C E EF MrnGuarapuava: HEITOR ROCHA KRAMER C E VER EF MrnLondrina: ADELIA D BARBOSA C E PROFA EF MrnRolândia: JOSE ALEXANDRE CHIARELLI CE PROF EF MrnPonta Grossa: COLARES C E PROF EF MrnrnrnAté esta publicação ir ao ar, a pasta não tinha dado detalhes de como pretende migrar as escolas para o modelo militar executado pelo Governo Estadual.rnO governo também não informou até o momento quantos alunos devem ser afetados pela mudança.rnrnrnDiferença de Colégios Cívico-Militares do ParanárnrnrnO Pecim encerrado pelo Governo Federal não afeta os 194 colégios com modelo de ensino militar que são mantidos pelo Governo do Paraná – eles integram um programa estadual chamado Colégios Cívico-Militares.rnA principal diferença entre os dois modelos envolve a gestão.rnAtualmente, nas 12 escolas cívico-militares a secretaria é responsável pelos professores, currículo e trabalho didático-pedagógico, que passaram a contar com o apoio de militares da reserva do Exército Brasileiro, da Polícia Militar (PM-PR) e Corpo de Bombeiros.rnNos Colégios Cívico-Militares, a gestão do corpo docente e demais servidores é da Secretaria de Estado da Educação. Participam do modelo militares inativos (ex-PMs e ex-bombeiros) como monitores.rnQuando o Pecim foi iniciado no Paraná, na fase piloto, quatro instituições integraram o projeto, que foi expandido com o tempo. As atividades começaram em 2020.rnNa época, o Governo do Paraná informou que as instituições de ensino foram escolhidas a partir do interesse da comunidade e contemplando diferentes perfis de vulnerabilidade. A adesão ao programa ocorreu após discussão e aprovação da comunidade escolar para a implantação do modelo.rnA decisão do Governo Federal foi informada aos secretários de Educação de todo o Brasil por meio de um ofício.rnrnrnDe acordo com o documento, haverá:rnDesmobilização do pessoal das Forças Armadas dos colégios;rnadoção gradual de medidas que possibilitem o encerramento do ano letivo dentro da normalidade.rnO programarnCriado em setembro de 2019 por meio de decreto, o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares começou a ser executado em 2020.rnNa época, ele foi proposto sob a justificativa de diminuir a evasão escolar e inibir casos de violência a partir da disciplina militar. Desde o início, o modelo recebeu críticas de especialistas.rnO Pecim estabeleceu uma cooperação entre MEC e Ministério da Defesa para dar apoio às escolas que optassem pelo modelo, bem como na preparação de equipes civis e militares para atuar nas instituições.rnNa parte pedagógica, o programa definiu que a responsabilidade continuava com os educadores civis. A gestão administrativa, entretanto, passou a ser feita por militares. 

Fonte: g1pr – Ari Dias/AEN

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