Aconteceu nesta sexta-feira, dia 04, por volta das 9hs, o Júri Popular do caso que ficou conhecido como “crime da mala de Joaquim Távora”. Lucas de Morais Araújo Roldão de 30 anos, foi condenado a 17 anos por matar e esquartejar no dia 14 de outubro de 2013, a sua esposa Cristiane da Silva, de 34 anos. O crime aconteceu no município de Joaquim Távora, Norte PioNeiro do Paraná. Cristiane foi encontrada morta dentro de uma mala. Lucas, que na época era casado com a vítima, foi preso quatro meses depois, no dia 07 de fevereiro, na cidade do Rio de Janeiro pelos Policiais Civis da 14ª DP do Leblon. Na época da prisão, as informações foram repassadas pelo inspetor Thiago Barros, que relatou com exclusividade ao JRDIARIO que o suposto assassino já estava em atitude suspeita na região, motivo pelo qual foi abordado. Como estava sem os documentos foi imediatamente conduzido até a DP. Nos esclarecimentos, o suspeito prestou informações falsas, desde nome até seu domicílio e razões pelas quais estava naquela localidade. Com poucos dados e ainda improváveis, o inspetor Thiago se valeu de alguns detalhes que o suspeito deixou escapar, iniciando uma detalhada e primorosa investigação, vindo a descobrir que se tratava de um homicida procurado pela polícia paranaense. Ao ser comunicado de seu mandado de prisão, Lucas confessou o crime, inclusive as suas motivações que,rnsegundo ele, seria a suposta traição da esposa. O júri popular aconteceu Salão do Júri do Fórum Joaquim Távora.rnO crime chocou a pequena cidade com pouco mais de 10 mil habitantes, pois a vítima foi esquartejada e seu corpo armazenado em uma mala. rnSaiba mais sobre o julgamento em: www.jrdiario.com.br/ver_noticia.php
Fonte: Jrdiario – waltinho chiusoli

























