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DeMolay de Cambará homenageia 700 anos de execução do último dos Cavaleiros Templários

Uma cerimônia pública realizada pela Ordem DeMolay, em Cambará, na noite do último sábado (12), homenageou os 700 anos de execução de Jacques DeMolay, último dos Cavaleiros Templários, morto em 18 de março de 1314 e os 85 anos de fundação da Loja Maçônica Jacques DeMolay – nº 04, de Cambará, única no Estado a levar o nome do Herói mártir.rnSobre a Loja cambaraense, Thomas Taylor foi o primeiro Venerável Mestre em 26 de Abril de 1929, data de sua fundação e outros 28 o sucederam, tendo em vista que alguns fora reeleitos por mais de um mandato. Atualmente, a Loja é Presidida por Gilberto Boza, presente na solenidade DeMolay.rnNa cerimônia de sábado, os DeMolays, Guilherme da Silva Furlan e Gabriel Maioque Teceron, explanaram sobre a vida de Jacques DeMolay e sua decisão de abrir mão de uma vida farta e fácil e morrer pelos seus ideais, por não permitir que seus princípios fossem maculados.rn“A atitude de Jacques DeMolay nos faz refletir, 700 anos depois de sua morte, sobre nossos princípios e virtudes e, sobretudo, o que nos motiva a seguir uma vida correta” disseram os jovens.rnJacques DeMolay foi Grão Mestre da Ordem dos Templários e foi executado por não haver abandonado os seus ideais, entre eles, a fidelidade aos seus companheiros de Ordem.rnA cerimônia, realizada no templo da Loja Maçônica em Cambará, contou com a presença dos Capítulos, Caminhos da Virtude/Curitiba, Mozart Vallim/Cornélio Procópio e Jovens Cavaleiros do Norte Pioneiro/Jacarezinho, este último conta com cinco integrantes de Cambará; são eles: Gabriel Maziero Sakamoto, Guilherme da Silva Furlan, Lucas Marcusso, Pedro Menossi e Athíllio Aurélio Bettini.rnAo todo, foram 18 DeMolays presentes na cerimônia.rnFelipe Dias, de Cornélio Procópio, Mestre Conselheiro Regional da 5ª Região Estadual da Ordem foi o presidente da Cerimônia.rnMateus Pires Martins, Mestre Conselheiro Estadual Adjunto, foi o convidado de Honra da solenidade.rnEvaldo Dias de Oliveira, Presidente da Comissão de Legislação e Justiça do Grande Conselho Estadual, também se fez presente, além de Regis Kammers – Presidente do Conselho Consultivo do Capítulo de Jacarezinho e do cambaraense Claudemir Antônio Teceron – Presidente do Conselho Consultivo do Capítulo de Cornélio Procópio, além de membros das Lojas de Cambará e região, assim como, convidados.rnA propósito, Teceron enfatizou a emoção de presenciar a cerimônia e o desempenho dos jovens. “Primeiramente agradeço aos meninos pela homenagem à minha Loja Mãe, difícil não se emocionar ao ver meu filho (Gabriel) e sobrinhos (é assim que são chamados pelos Maçons) pela brilhante cerimônia” disse. Claudemir disse sonhar com a instalação de um Capítulo em Cambará. “Estamos estudando abrir um Capítulo da Ordem DeMolay em Cambará, porque entendemos a importância e a necessidade de nossos jovens trilharem melhores caminhos” acentuou.rnO DeMolay é a maior organização juvenil do Mundo e é mantida pela Maçonaria, porém independente em suas atividades e rituais.rnPara ser um DeMolay é necessário que o jovem tenha idade entre 12 e 21 anos, e diferentemente do que se imagina, o integrante não precisa necessariamente ser filho de Maçon.rnUm dos principais objetivos da Ordem DeMolay é formar jovens líderes e compenetrados com a sociedade como um todo, como explica Aelson Michelato Filho. “Para ser útil à sociedade não é necessário ser um DeMolay, mas para ser um DeMolay é necessário ser útil à sociedade”, frisou. De acordo com Aelson Filho, a cerimônia das sete velas realizada em Cambará notabiliza as sete virtudes cardeais de um DeMolay. “Cada vela tem um significado; são eles: Amor Filial, Reverência pelas Coisas Sagradas, Cortesia, Companheirismo, Fidelidade, Pureza e Patriotismo” contou o DeMolay.rnAelsinho disse ainda que os baluartes da Ordem são a defesa das liberdades.rn“São três princípios básicos” explicou. “Liberdade Religiosa, representada pelo Livro Sagrado (Bíblia), Liberdade Civil, representada pela Bandeira Nacional e a Liberdade Intelectual, representada pelos Livros Escolares” frisou.rnA cerimônia foi, em síntese, bela, cheia de simbolismo, como rege a tradição maçônica, sobretudo, com conotação de uma força épica sobre o acontecimento grandioso e dramático que marcou a execução de Jacques DeMolay. No entanto, foram os valores defendidos pelo Grande Mártir que provocam a reflexão. Jacques DeMolay foi executado por defender a honestidade, o caráter, a fidelidade, a transparência, as liberdades, cívica, intelectual e religiosa, que são as premissas que jamais poderiam ter sido desvencilhadas de nós.rnNa cerimônia, foi debatida a questão. Na ocasião, os DeMolays explanaram para uma platéia privilegiada sobre essas virtudes inerentes ao ser humano e suas motivações também.rnPor ora, o DeMolay, sob a ótica da maçonaria, dá a sua contribuição para que essas virtudes sejam passadas às gerações vindouras.rnO futuro agradecerá…

Fonte: C. Roberto Francisquini – Circulando Aqui

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