Depois de 15 dias do assassinato do jovem Eiji Marvule Nagae, 22 anos, ocorrido na noite de 1º de abril de 2016, no estacionamento da Faculdade Estácio de Sá, o crime continua impune.rnApesar do intenso trabalho de investigação e dos esforços da Policia Civil, a equipe da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) ainda não conseguiu identificar os autores do trágico homicídio que abalou a população ourinhense.rnA equipe da DIG de Ourinhos é considerada uma das mais competentes do interior do Estado de São Paulo, mas devido ao fato dos assassinos estarem usando capacetes e de não haver filmagem do crime devido a uma falha do sistema de segurança da Faculdade Estácio de Sá, ainda não foi possível descobrir quem são os autores do homicídio.rnRELEMBRE O CASOrnO universitário Eiji Marvule Nagae, 22 anos, foi executado com três tiros na cabeça na noite de sexta-feira (1/4), em frente a Faculdade Estácio de Sá em Ourinhos. Os suspeitos, (dois) até o momento não foram presos.rnEm entrevista o delegado plantonista Dr. João Ildes Beffa, descartou ser um roubo, crendo ser uma execução, “assim que fomos comunicados através da Polícia Militar sobre os disparos de arma de fogo em frente a faculdade, nós comparecemos no local e por meio algumas testemunhas fomos informadas que assim que Eiji estacionou sua moto e sua namorada desceu, outra moto sendo essa de porte grande com dois ocupantes se aproximou, tendo o garupa descido e após confirmar se tratar de Eiji, disparou a princípio três tiros em sua cabeça o que causou a morte. Portanto aparentemente se trata de uma execução, embora nenhuma outra hipótese pode ser descartada no momento,” relatou Beffa.rnO universitário foi socorrido pelo SAMU até a Santa Casa, mas após dar entrada aquele hospital não resistiu e morreu.rnO homicídio foi registrado na Central de Polícia Judiciária e de acordo com o delegado plantonista e delegado titular da DIG- Delegacia de Investigações Gerais, na próxima segunda-feira será instaurado inquérito, “segunda-feira vamos instaurar o Inquérito Policial, embora as investigações já iniciaram, uma vez que no local compareceram investigadores da DIG, e também vamos manter o contato com os familiares e amigos para ver se conseguimos descobrir a motivação do crime”, conclui o delegado.rnÁrea onde o jovem foi executado foi isolada pela Polícia Militar para que a Polícia Técnica pudesse registrar a cena do crime.
Fonte: Ourinhos Notícias

























