Topo

Empresário acusado de mandar matar advogada é condenado a 25 anos de prisão

O Tribunal do Júri condenou o empresário Vanderson Benedito Correa a 25 anos de prisão em regime fechado pela morte da advogada Kátia Regina Leite. A decisão foi tomada na madrugada deste sábado (23), após 32 horas de julgamento.rnrnKátia foi morta em fevereiro de 2010. (Foto: Arquivo pessoal)rnrnA vítima foi assassinada em 2010 com cinco tiros na cabeça, quando saía de casa no bairro Boa Vista, em Curitiba. Segundo a acusação, o empresário teria mandado matar Kátia como vingança, já que ela atuava como advogada da ex-mulher dele em um processo de separação.rnEla havia, inclusive, pedido medidas protetivas contra ele. Desde o crime, a Ordem dos Advogados do Brasil Paraná (OAB-PR) acompanha as investigações, devido aos fortes indícios de que a motivação foi a atuação profissional da advogada.rnA prisão preventiva de Vanderson Correa foi decretada em 2015 pela 2ª Vara do Tribunal de Júri de Curitiba. Pedidos de liberdade foram negados tanto pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) quanto pelo relator de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ).rnO outro acusado, Flávio Vasques Oliveto, era policial militar na época do crime. Ele está preso na Casa de Custódia de São José dos Pinhais desde 2015 e aguarda julgamento da apelação no TJ-PR.rnO crimernA advogada Kátia Regina Leite Ferraz, de 44 anos, foi morta no dia 24 fevereiro de 2010, dentro do carro em um condomínio do bairro Boa Vista, em Curitiba. As investigações apontaram que a advogada foi assassinada de forma cruel por exercer sua função e defender uma cliente contra o empresário. “Como ela havia ajuizado várias ações contra o empresário Vanderson Benedito Correa isso fomentou um ódio contra ela que culminou neste crime brutal”, disse o delegado Marcelo Lemos à época. Ela foi morta com cinco tiros na cabeça quando saía do condomínio onde morava.rnO outro preso, Flávio Vasques Oliveto, era policial militar lotado na Rone na época do crime. Ele é suspeito de ter feito o disparo contra a vítima a mando de Vanderson.rnAdvogada há mais de 20 anos, Kátia comandou por uma década o setor jurídico do Conselho da Condição Feminina, atuou como secretária-geral adjunta na subseção de Curitiba (1998-2000) e, um mês antes de ser morta, havia sido aprovada em concurso para trabalhar na ParanáPrevidência. Era uma defensora intransigente dos direitos da mulher. A advogada deixou três filhos.

Fonte: BandaB

Faça um comentário
Pós Artigo

Notícias Relacionadas

  • All Post
  • Brasil / Mundo
  • Capa
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Notícias
  • Receitas
Edit Template

Nunca perca nenhuma notícia importante. Assine nossa newsletter

Você foi inscrito com sucesso! Ops! Algo deu errado, tente novamente.

Copyright 2025 – Todos os Direitos reservados