rnrnrnrnPelo menos seis pessoas morreram afogadas entre sábado (19) e segunda-feira (21) no Paraná, segundo o Corpo de Bombeiros. O fim de semana de temperaturas altas no Estado levaram os paranaenses a rios e praias.rnO primeiro registro de afogamento aconteceu, sábado, em Nova Prata do Iguaçu, região sudoeste. Luiz Ferreira Oliboni, 42 anos, morreu afogado no Rio Jaracatiá. Testemunhas relataram que Oliboni estava com o filho de 8 anos quando mergulhou e não voltou à superfície.rnAinda no sábado, o adolescente Bruno Natanael dos Santos, 17, foi encontrado morto em uma cava no Jardim Tropical, em Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba). Ele teria entrado na água com um amigo.rnNo domingo à tarde, um adolescente de 16 anos morreu afogado na praia de Coroados, em Guaratuba; o amigo conseguiu se salvar e foi levado ao Pronto Socorro. Segundo informações, a vítima foi identificada como José Marques de Amadeu.rnNo mesmo dia, o Corpo de Bombeiros resgatou o corpo de Adilson Reis de Pinho, 35, do Rio Piquiri, no município de Nova Aurora. Ele teria morrido afogado durante uma pescaria.rnAinda no domingo à tarde, Lucas Cortiano, de 20 anos, foi encontrado morto no Rio Ivaí, na localidade da Linha do Jacaré, em Cândido de Abreu. Ele estava com um grupo de amigos. Cortiano, que não sabia nadar, entrou na água e se afogou. O corpo do rapaz foi encontrado a 4 metros do ponto do afogamento.rnNo Rio Pirapó, em Uniflor, o corpo de Paulo Valaderi foi encontrado por mergulhadores os bombeiros na manhã desta segunda-feira. A adolescente Cassia Beatriz Ferreira, 16 anos, que estava com o rapaz, continua desaparecida. Eles estavam em um afluente do rio e acabaram sendo arrastados pela correnteza.rnPerigornSegundo o Corpo de Bombeiros, 85% dos afogamentos poderiam ter sido evitados com medidas de supervisão e alerta.rnNas praias, por exemplo, as medidas de prevenção incluem perguntar ao guarda-vidas qual é o melhor lugar para banho e sempre nadar próximo ao local indicado; não consumir bebida alcoólica e nem alimentos pesados antes do banho de mar; nadar longe de pedras, estacas ou piers; e respeitar as placas e bandeiras de perigo na praia.rnEm piscinas, é preciso ter cuidado ao mergulhares em locais rasos; desligar o filtro quando alguém estiver na água; e ter grades ao redor para dificultar o acesso de crianças.rnEm água doce ou salgada, o recomendado é que o banhista procure locais rasos e sem correnteza e use o colete salva-vidas, especialmente em crianças. Boias e pranchas passam falsa sensação de segurança, por isso prefira o colete salva-vidas. O ideal é não tentar salvar vítimas de afogamento sem estar habilitado. Para ajudá-las, lance na água algum objeto (corda, pedaço de madeira, pneu) que a ajude a flutuar e avise a emergência.rnEm rios, há perigo de haver buracos no leito e entulhos, nos quais a pessoa pode se enroscar e ficar ferida. A recomendação é que se não conhecer o local, não entre.rnrnrnrn
Fonte: Bonde – foto ilustrativa

























