O corpo de um homem de 57 anos, que estava desaparecido desde sábado (22), foi localizado na tarde desta terça-feira (25), no Rio Tibagi, em uma área rural de Ibiporã, no Norte do Paraná. A vítima foi identificada como Claudio Claudemir Teixeira.
As buscas eram realizadas pelo Corpo de Bombeiros, após familiares registrarem o desaparecimento do homem no município de Sertanópolis. O corpo foi encontrado submerso e preso à vegetação na região conhecida como Água dos Cágados.
De acordo com as primeiras informações repassadas pelas autoridades, a vítima apresentava graves sinais de violência. Claudio foi encontrado com as mãos amarradas e sem a cabeça.
Diante das características encontradas no local, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) iniciou uma investigação para apurar um possível homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Perícia deve ajudar a esclarecer o crime
Após a localização do corpo, equipes da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Instituto Médico-Legal (IML) foram acionadas para realizar os procedimentos necessários.
A perícia deverá auxiliar na identificação da causa da morte e na reconstrução da dinâmica do crime. Os investigadores também trabalham para descobrir onde e quando a vítima foi morta e quem teria participado da ação.
A polícia já iniciou diligências e busca informações sobre os últimos dias de vida de Claudio, especialmente pessoas que tiveram contato com ele antes do desaparecimento.
Uma pessoa que residia com a vítima chegou a ser encaminhada para prestar esclarecimentos. Segundo a investigação, não havia elementos que apontassem sua participação no homicídio, e ela foi liberada após o depoimento.
Vítima tinha histórico criminal
O caso também chamou atenção devido ao histórico de Claudio Claudemir Teixeira. Em 2018, ele foi condenado pelo assassinato e estupro da própria mãe, Maria Silva Teixeira, ocorrido em Ibiporã.
Na ocasião, Claudio recebeu diagnóstico de esquizofrenia, condição que teve influência na decisão judicial relacionada à pena. Ele foi preso em fevereiro de 2018 e permaneceu detido por pouco mais de sete anos, sendo colocado em liberdade em junho de 2025, após a redução da pena.
A polícia trabalha, entre outras possibilidades, para verificar se o passado criminal da vítima pode ter alguma relação com o homicídio, mas nenhuma motivação foi confirmada até o momento.
Investigação continua
A PCPR mantém as diligências para identificar os responsáveis pelo crime e esclarecer a motivação. Informações sobre a vítima e seus últimos contatos estão sendo analisadas pelos investigadores.
Detalhes sobre a autoria e a dinâmica da morte são mantidos sob sigilo para não comprometer o andamento da investigação.
Informações que possam auxiliar na identificação dos envolvidos podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.
JRDIARIO
COMINFORMAÇÕES BANDA B por silvia oliveira – FOTO PCPR























