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Mudanças radicais na escrita em possível nova reforma ortográfica não procedem

Alguns veículos de comunicação têm noticiado uma nova mudança radical na ortografia da língua portuguesa. Mas, por meio de nota oficial, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO), presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, afirma que as informações sobre a reformulação não procedem. rnSegundo a nota a comissão aprovou, no dia 1.º de outubro de 2013, a criação de um Grupo de Trabalho destinado a propor a unificação ortográfica da língua portuguesa, conforme acordo já firmado em 1990. No entanto, os estudos não representam mudanças radicais na escrita, conforme suposto. rnDe acordo com Miranda o grupo foi criado em resposta à demanda de professores de português. “Esse Acordo entraria em vigor no Brasil em 1º de janeiro de 2013, mas o início da vigência foi adiado para janeiro de 2016, por decreto da presidente Dilma Rousseff”, explica a nota. rnAinda segundo o senador a unificação em questão terá que ser feita em comum entendimento com os demais países. “Portanto, não há nada que senadores, a Comissão de Educação e até mesmo o Brasil possa fazer unilateralmente”, diz a nota. rnEntre as mudanças que supostamente ocorreriam com a nova reforma estão a abolição do “ç”, “ch” e “ss”. Segundo informações do Senado essas alterações foram defendidas por um dos membros da comissão, mas não representa a opinião do Grupo de Trabalho.

Fonte: Nota10

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