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Pais acusam hospital por morte de bebê de oito meses em Uraí

Uma família que mora em Uraí (26 km a oeste de Cornélio Procópio) acusa a Santa Casa da cidade de negligência no atendimento prestado a um bebê de apenas oito meses, que faleceu perto das 20h do último domingo (10). A criança já tinha dado entrada um dia antes com suspeita de diarréia e vômito, e teria sido liberada por uma médica do hospital poucas horas depois. rnrnO pai do bebê, David José de Oliveira, afirmou que procurou atendimento às 19h de sábado. “Logo que eu cheguei, já demoraram para me atender. O meu menino estava vermelho, e me chamaram só por causa disso. Expliquei os sintomas para a doutora e ela receitou apenas um soro”. Ele disse que o filho, apesar de ter nascido com sete meses, não apresentava problemas anteriores de saúde. rnOliveira argumentou que, durante a conversa com a profissional, sugeriu levar o bebê para a Santa Casa de Cornélio Procópio, uma unidade que recebe casos mais complexos. “Ela insistiu que eu permanecesse ali. Logo depois, subimos para a enfermagem, onde eu encontrei o enfermeiro falando no celular. Não consegui controlar o nervosismo”, completou o pai. A Polícia Militar foi chamada e o rapaz foi encaminhado até o batalhão da cidade. A mãe aguardou atendimento com o filho na Santa Casa. “A médica deu alta e disse que ele estava bem”, disse. rnSegundo o pai, a criança voltou a passar mal no dia seguinte. Ele foi até ao hospital do município no final da tarde, mas recebeu a trágica notícia horas depois. “Perto das 20h, fui informado pelos plantonistas de que o meu filho tinha morrido. Fiquei sem chão”, comentou. O garoto foi sepultado na segunda-feira no Cemitério Municipal de Uraí. rnA interventora da Santa Casa, Arlete Salamanca, disse ao Portal Bonde que ‘a criança foi atendida normalmente pelos médicos, e já era acompanhada por ter nascido prematura. O atendimento foi filmado pelas câmeras do circuito interno, comprovando a legalidade do serviço”. Ela confessou que o enfermeiro realmente chamou ‘a polícia pelo pai apresentar um comportamento agressivo, pondo em risco a integridade física dos funcionários’. rnSalamanca garantiu que as imagens, assim como os prontuários, foram cedidos à Polícia Civil para auxiliar nas investigações. O pai registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, que aguarda um laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Londrina para anexar ao inquérito. O documento vai mostrar a real causa da morte da criança. Os envolvidos devem prestar depoimento nos próximos dias.

Fonte: Bonde

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