Parece perto, mas não é. O caminho percorrido pelos peregrinos (em sua grande maioria, pela primeira vez) foi cheio de desafios, subidas quase intermináveis, um inesperado estouro de boiada, intenções e agradecimentos. E a reportagem do JRDiario esteve junto com o grupo de 86 pessoas, contando com a equipe de apoio e a Polícia Rodoviária Estadual, que organizou o cruzamento dos peregrinos na Rodovia Parigot de Souza, a PR-092, chegando no destino.rnO grupo saiu às 5h15 da manhã do último domingo, dia 06, defronte à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Quatiguá rumo à estrada da Vila Rural. A organizadora da peregrinação, Kassiana Leschinewski, ficou por mais de um mês definindo como deslocar quase uma centena de pessoas sem maiores surpresas. Para isso, ela criou um grupo no whatsapp para repassar informações imprescindíveis para uma caminhada sem bolhas nos pés, queimaduras pelo sol, dores entre outras. E fé. E centenas de dúvidas sobre possíveis imprevistos.rnO dia raiou logo após a saída e já chegando no CTG de Quatiguá, a paisagem clareou. Acabando a rua da cidade, indo para a estrada da Vila Rural, a sensação era de iniciar ali, um caminho árduo – para quem não tem constume e mais de 50 anos de idade. Orações e lindas paisagens agraciavam os peregrinos – mas nada se comparou depois da metade do percurso, quando as articulações estão “gritando” e as subidas estão à frente,ntenção, com oração e teste da fé número 4.
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