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PF investiga furto de R$ 6,5 milhões da Prefeitura de Telêmaco Borba

A Polícia Federal (PF) do Paraná está investigando o furto de mais de R$ 6,5 milhões da Prefeitura de Telêmaco Borba, nos Campos Gerais.rnrnrnrnConforme a PF, a suspeita é que o crime tenha sido cometido por uma organização criminosa que realiza invasão de dispositivos informáticos.rnrnrnrnrnNesta quarta-feira (3), a PF do Paraná realizou uma operação para reunir informações e identificar os suspeitos. A ação foi em Brasília (DF), Águas Lindas de Goiás (GO) e Santa Luzia (MG).rnrnrnrnrnNo total, foram expedidos 75 mandados: quatro de prisão, 11 mandados de busca e apreensão, 51 mandados de sequestro de bens, arresto e bloqueio, além de 9 mandados de sequestro de criptoativos.rnrnrnrnrnAté a última atualização desta reportagem, a polícia não tinha divulgado um balanço da operação. Os nomes de suspeitos não foram revelados.rnrnrnrnrnComo o crime aconteceurnDe acordo com a investigação, os suspeitos criaram um site falso para furtar credenciais e, por meio deste site, induziram um servidor da prefeitura de Telêmaco Borba a fornecer informações de login e senha.rnrnrnrnrnrnEsse login, conforme a PF, foi utilizado para acessar um sistema interno do municípiornrnrnrnrnAinda de acordo com as investigações, o grupo clonou o perfil do servidor no aplicativo WhatsApp e utilizou engenharia social para se passar por ele.rnrnrnrnrnEm seguida, entraram em contato com o gerente da Caixa Econômica Federal, responsável pelas contas, que autorizou transferências para empresas de fachada, como se fossem fornecedoras da prefeitura.rnrnrnrnrnrnApós o furtornrnrnrnrnrnQuando os suspeitos conseguiram ter acesso aos valores, segundo a PF, distribuíram o dinheiro em diversas contas bancárias e em nome de laranjas.rnrnrnrnrnApós, aponta a investigação, converteram o dinheiro em criptomoedas, o que dificultou o rastreamento dos recursos.rnrnrnrnrnA PF identificou quatro beneficiários dos valores, incluindo os integrantes do grupo criminoso que adquiriram bens de luxo e realizaram viagens caras.rnrnrnrnrnrnCrimesrnrnrnrnrnrnA PF disse que os crimes que envolvem o caso são:rnrnrnrnrnrn furto qualificado mediante fraude;rn invasão de dispositivo informático;rn lavagem de dinheiro;rn e organização criminosa.rnrnrnrnrnrnEm caso de condenação, a soma das penas chega a 30 anos de prisão.rnrn

Fonte: G1 – RPC

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