Cerca de 30 policiais militares do 2º Batalhão da Polícia Militar de Jacarezinho estão em Curitiba desde segunda-feira (27), ajudando na segurança da Assembleia Legislativa do Paraná. A medida é para evitar possíveis invasões ao prédio, depredações e até mesmo o adiamento da votação do projeto de lei que altera o Regime Próprio de Previdência Social do Estado. Em fevereiro, quando os professores paralisaram as atividades pela primeira vez este ano, centenas deles ocuparam o plenário por três dias. Com a deflagração de nova greve dos profissionais da Educação, o governador Beto Richa autorizou o reforço policial no Centro Cívico.rnSegundo o tenente Renan Douglas Pereira, do 2º Batalhão da PM de Jacarezinho, a região não ficará desprotegida. “Um policial que se ausente por qualquer motivo já faz falta na segurança da região. Mas nesse caso, fomos avisados com um pouco de antecedência e fizemos um reescalonamento de pessoal. Chamamos os que estavam de folga e de férias para cobrir aos que foram para Curitiba”, disse.rnO tenente não soube informar quando os policiais retornarão às suas bases. “Acredito que seja apenas essa semana, mas se os manifestos se prolongarem teremos que pensar em um revezamento”, disse.rnOs 30 PMs que estão em Curitiba saíram das companhias de Jacarezinho, Santo Antônio a Platina, Ibaiti e Wenceslau Braz. Todas da abrangência do 2º Batalhão, que responde ao 2º Comando Regional da PM de Londrina, assim como os batalhões de Cornélio Procópio, Rolândia e Apucarana, além das companhias independentes de Ivaiporã, Londrina e Araponga.rnO tenente não soube informar quantos policiais do 2º Comando Regional de Londrina foram convocados. “Não temos esse número. Só posso dizer que na nossa região foram cerca de 30”, concluiu.rnGoverno – O reforço policial na Alep foi baseado em uma determinação judicial a pedido do próprio Legislativo assim que a APP Sindicato anunciou a retomada da greve da categoria, na tarde de sábado (25).rnA medida foi tomada para garantir que os deputados pudessem votar o projeto de lei do governador Beto Richa que promove mudanças no Regime Próprio de Previdência Social do Estado (ParanáPrevidência). Os professores são contra as alterações propostas pelo governo.
Fonte: Gladdys Santoro (Tribuna do Vale)- foto: Antonio de Picolli

























