1 – “Opisanie Swiata”, de Veronica StiggerrnLivro-delírio, que mistura colagens, fotografias antigas, reclames e uma boa dose de surrealismo. Ideal para ser lido em uma viagem Curitiba-Lapa ou depois de um filme do Fellini. rnrn2 – “Nu de Botas”, de Antonio PratarnO acerto de contas do cronista Antonio Prata com a sua infância é das coisas mais divertidas e inventivas da temporada. O sujeito é bom mesmo e seu humor desconcertante.rnrnrn”Nu de Botas”, de Antônio Prata, é um dos livros imperdíveis do anorn rnrnrn3 – “Querer Falar”, de Luci CollinrnÉ um susto semântico atrás do outro. O lirismo da curitibana Luci Collin é livre, leve e existencialista. Indicado para quem ainda acredita em algum sentido de mundo mesmo quando o biarticulado estraga às seis da tarde.rnrn4 – “A Arte Francesa da Guerra”, de Alexis JennirnNa verdade, você não vai conseguir ler em três horas porque o calhamaço tem mais de 500 páginas. Mas em três horas você conseguirá se convencer de que vale a pena ler o vencedor do Goncourt, espécie de Nobel francês de literatura.rn5 – “Iluminuras”, de Arthur RimbaudrnIdeal para ser lido com uma dose de conhaque e depois das 22 horas. A linguagem enigmática de Rimbaud atinge aqui um nível próximo do sonho.rnrn6 – “Essa Música”, de Ivan JunqueirarnLivro póstumo do poeta, tradutor e jornalista Ivan Junqueira. Um testamento vigoroso e uma elegância só.rnrn7 – “Ela me dá capim e eu zurro”, de Fabricio CorsalettirnO melhor livro de crônicas dos últimos tempos. Excelente para inaugurar o dia.
Fonte: Gazeta do Povo

























